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  • 26 de set. de 2020

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 26/09/2020

O autor do livro de Hebreus, após apresentar uma lista de homens e mulheres que pela fé viveram aqui confiando em Deus e foram por ele aprovados, coloca-os como exemplo para nós. Vou ler uma parte do que o autor escreveu:

“Assim nós temos essa grande multidão de testemunhas ao nosso redor. Portanto, deixemos de lado tudo o que nos atrapalha e o pecado que se agarra firmemente em nós e continuemos a correr, sem desanimar, a corrida marcada para nós. Conservemos os nossos olhos fixos em Jesus, pois é por meio dele que a nossa fé começa, e é ele quem a aperfeiçoa. Ele não deixou que a cruz fizesse com que ele desistisse. Pelo contrário, por causa da alegria que lhe foi prometida, ele não se importou com a humilhação de morrer na cruz e agora está sentado do lado direito do trono de Deus” (Hebreus 12:1-2)

O autor compara a vida aqui com uma corrida em um estádio e que tem como espectadores estes homens e mulheres que já correram a corrida da vida e foram vencedores. Agora é nossa vez. O autor  continua a ilustração focando nas roupas leves que os corredores usavam, que não os atrapalhavam de correr. Nesta comparação, ele diz que existem coisas que podem atrapalhar o fluir da corrida da vida e outras, como o pecado, que se agarram em nós, impedindo-nos de avançar rumo à meta final. Recomenda, também, que ao corrermos a corrida da vida, devemos fixar o olhar em Jesus, pois é ele que nos  dá forças, motivação e é o nosso alvo final, nosso prêmio e estará nos esperando no final da corrida. O autor diz que Jesus, também, em sua corrida aqui neste mundo, não desanimou quando viu a cruz, mas olhou para adiante, vendo o resultado de sua corrida, a nossa salvação e a vitória de estar com Deus após a corrida.


Sendo assim, não deixem que nada atrapalhe você de avançar nesta corrida da vida e possa chegar no final e alcançar o prêmio, Jesus. 



 
 
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  • 25 de set. de 2020

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 25/09/2020

O Rei Davi teve uma vida de muitas lutas e aflições em virtude da posição que ocupava. Um dia, fugindo do Rei Saul que queira matá-lo, refugiou-se em uma cidade murada pensando que ali estaria seguro. Saul soube e dirigiu-se com seu exército para lá. A informação chegou até Davi, que ficou na dúvida se era verdade e se as pessoas daquela cidade o entregariam ao Rei Saul. Diante deste dilema, consultou a Deus fazendo duas perguntas: a primeira, se realmente era verdade que Saul estava vindo e a resposta de Deus foi que sim. A segunda pergunta foi se as pessoas daquela cidade o entregariam ao rei. A resposta, também, foi um sim. Então, Davi fugiu da cidade antes que Saul chegasse. Mais tarde, ao escrever um dos seus muitos salmos, fez menção daquele momento dizendo:

“Louvado seja Deus, o Senhor! Quando os meus inimigos me cercaram e me atacaram, ele mostrou, de modo maravilhoso, o seu amor por mim. Fiquei com medo e pensei que ele havia me expulsado da sua presença. Mas ele ouviu o meu grito quando o chamei pedindo ajuda” (Salmos 31:21-22).

Ele disse que ficou com medo e pensava que Deus o havia abandonado. Pode ser que algumas vezes você sinta e pense assim, também. Mas é bom saber que Deus nunca vai abandonar o servo dele e que está ouvindo seu pedido de ajuda.

 
 
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  • 24 de set. de 2020

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 24/09/2020

No que se refere à busca do conhecimento de Deus, há três tipos de pessoas: aqueles que não querem pensar ou investir tempo sobre o assunto, por não acreditarem ou não se importarem. Há os que querem saber se ele existe ou não, qual é a sua natureza, a pessoa, a obra e as suas ações. E há, também, aqueles que buscam a Deus impulsionados por suas necessidades ou crises existenciais manifestas em questões, tais como: “De onde vim?”, “Por que estou aqui?”, “Para que estou aqui?” e  “Para onde vou?”. Acredito que as duas últimas posturas devem estar presentes na vida do cristão: conhecer Deus e como conectar sua vida com Ele.


O salmista já dizia: “Como a corça anseia pelas correntes de água, assim minha alma anseia por ti, ó Deus. Tenho sede de Deus, do Deus vivo; quando poderei estar na presença dele?” (Salmos 42:1-2)


O grande pregador Spurgeon, em janeiro de 1855, terminou o seu sermão dominical com estas palavras: “Na contemplação de Cristo existe um bálsamo para cada ferida; na meditação sobre o Pai, há consolo para todas as tristezas, e na influência do Espírito Santo, alívio para todas as mágoas. Você quer esquecer sua tristeza? Quer livrar-se de seus cuidados? Então, vá, atire-se no mais profundo mar da Divindade de Deus, perca-se na sua imensidão, e sairá dele completamente refrescado e revigorado. Não conheço coisa que possa confortar mais a alma, acalmar as ondas da tristeza e da mágoa, pacificar os ventos da provação do que uma meditação piedosa a respeito da Divindade”.

Então, que nestes dias você posa mergulhar no mar do conhecimento de Deus, fazer a sua vontade e encontrar paz. 

 
 
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