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Atualizado: 8 de jul. de 2022

Existe uma frase atribuída a Louis Pasteur, que diz assim: “Um pouco de ciência nos afasta de Deus. Muito, nos aproxima”. Nos dias atuais, quando todos têm acesso a todos os tipos de informação, alguns têm se tornado doutores, formados pelos sites de busca e acham que conhecem bem a ciência, mas se afastam de Deus.


No que se refere à crença em Deus, temos três grandes grupos: os ateístas, os deístas e os teístas. Os ateístas negam a existência de Deus. Os deístas aceitam a ideia da existência de deus, mas que não se relaciona com o mundo e, temos os teístas que acreditam em Deus. Neste último grupo, temos, para exemplificar, os panteístas, que pregam que deus está em todas as coisas, mas há, também, os que acreditam num Deus pessoal e que intervém no mundo, como é o caso dos cristãos.



O cristianismo ensina que Deus é único, criador e sustentador do universo, como vemos nas palavras do Evangelho de Jesus narrado por João, que diz assim: “No princípio era aquele que é a Palavra . Ele estava com Deus e era Deus. Ele estava com Deus no princípio. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele; sem ele, nada do que existe teria sido feito. Nele estava a vida, e esta era a luz dos homens. A luz brilha nas trevas, e as trevas não a derrotaram” (João 1:1-5). Disse mais:

“Aquele que é a Palavra estava no mundo, e o mundo foi feito por intermédio dele, mas o mundo não o reconheceu. Veio para o que era seu, mas os seus não o receberam. Contudo, aos que o receberam, aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus, os quais não nasceram por descendência natural, nem pela vontade da carne nem pela vontade de algum homem, mas nasceram de Deus” (João 1:10-13).

O cristianismo ensina que Deus intervém no mundo e o ápice desta intervenção foi Jesus Cristo, chamado nas Escrituras de “Emanuel”, que quer dizer Deus conosco. Ensina que o homem pecou, separou-se de Deus e que Jesus veio para, através do seu sacrifício na cruz, salvar aqueles que o aceitam.



A declaração mais antiga da crença do cristão, desenvolvida ao longo dos primeiros séculos, é esta:


“Creio em Deus Pai, Todo-poderoso, Criador do Céu e da terra. Creio em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, o qual foi concebido por obra do Espírito Santo; nasceu da virgem Maria; padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; ressurgiu dos mortos ao terceiro dia; subiu ao Céu; está sentado à direita de Deus Pai Todo-poderoso, donde há de vir para julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja Universal; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição do corpo; na vida eterna. Amém”.



Como cristão, você aceita o sacrifício de Jesus por seus pecados; se relaciona com Deus através de uma vida de oração, momento em que você fala com Ele; lê e medita nas Escrituras, em que toma conhecimento do que Ele quer que você saiba e pratique. Também, dever adorar somente a Deus, pois Ele disse através do profeta Isaías: “Eu sou o Senhor: este é o meu nome, e não permito que as imagens recebam o louvor que somente eu mereço.” (Isaías 42:8 – NTLH). E que assim seja.


 
 

Atualizado: 8 de jul. de 2022




Um dia, um homem procurou a Jesus querendo saber o que deveria fazer para conseguir a vida eterna. Jesus o orientou a guardar os mandamentos da Lei, vender tudo o que tinha, dar o dinheiro aos pobres e, depois, segui-lo. O homem foi embora triste com as condições colocadas por Jesus, recusando a aceitá-las, pois era muito rico. Em outra ocasião, Jesus, preocupado com a cidade de Jerusalém, fez um lamento sobre ela dizendo:

“Jerusalém, Jerusalém, você, que mata os profetas e apedreja os que são enviados a você! Quantas vezes eu quis reunir os seus filhos, como a galinha reúne os seus pintinhos debaixo das suas asas, mas vocês não quiseram!” (Lucas 13:34).

Esses trechos são dois exemplos de que Jesus não impôs sua mensagem a ninguém. Ele ensinava e deixava a cargo de cada um aceitar ou rejeitar. Ele não fez um movimento para que seus ensinos fossem colocados como lei na constituição do país, para obrigar o povo a obedecê-los. Jesus veio e trouxe sua mensagem para alcançar e conquistar o coração das pessoas e não para impor pela força das leis.


De forma contrária, vemos a Lei de Deus destinada ao povo de Israel que viveu no período descrito no Antigo Testamento. Ali temos um povo formado por Deus e que deveria aceitar ser governando diretamente por Ele através de suas leis, ou seja, um governo teocrático. Deus os estava formando para que Deus Filho encarnasse em um povo que O conhecesse, O adorasse e que teria a missão de ser sacerdote, ou seja,

intercessor junto a Ele em favor dos demais povos. Foi uma situação exclusiva para o povo de Israel que viveu nos tempos do Antigo Testamento.


Jesus nasceu entre os judeus e nos mandou pregar e ensinar, assim como Ele fez e a decisão em aceitar ou não deve ser pessoal e não uma imposição legal. É por isso que pregamos a liberdade de religião não apenas para nós, os cristãos, mas para todas as religiões. Não se deve impor a ninguém a prática dos ensinos de Jesus ou outro credo religioso.


Então, o que esperamos dos nossos governantes é que trabalhem para que qualquer cidadão tenha a liberdade de pregar, ensinar e praticar a sua religião e que não privilegie apenas uma. Nós, cristãos, queremos ter a liberdade de transmitir e praticar os ensinos de Jesus, mas devemos trabalhar para que esta liberdade seja para as outras religiões também.



 
 
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