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    Ibbn
  • 16 de set. de 2020

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 16/09/2020

Praticamente todos os segmentos que formam a sociedade humana foram, de uma forma ou outra, afetados pela pandemia. E, à medida que o tempo passa, estão tentando se adaptar a uma nova rotina, enfrentando vários desafios. A igreja também, pois, por mais que tenha usado as plataformas digitais para manter-se unida e cumprido assim a sua missão, estas não substituem e não permitem acontecer a essência da estrutura funcional da igreja que é o “ajuntamento”, como define bem a própria palavra “igreja”, que vem do grego “eklesia” e significa “assembleia” ou “reunião”. Este ajuntamento que forma a igreja vem de uma atração natural pela afinidade que existe nas pessoas que aceitam a Jesus como Deus, Salvador e Senhor de suas vidas e que se reúnem para adorá-lo em cultos coletivos, alimentarem-se espiritualmente com a Palavra de Deus e usar os dons espirituais e talentos para servir e cuidar do próximo e, também, serem cuidadas .


Podemos citar alguns dos desafios para o retorno às reuniões presenciais, tais como: a utilização correta e o respeito por parte das pessoas aos protocolos de segurança; a insegurança  e o medo de contaminação de si próprio e do próximo. Mas temos, também, outro desafio como igreja: Satanás, que não quer que Deus seja adorado e as pessoas edificadas espiritualmente através da pregação e do ensino da Palavra de Deus e, também, do uso, por parte dos discípulos de Jesus, dos seus dons e talentos. 


O autor de Hebreus já constatava algo semelhante ao dizer:

“Não abandonemos, como alguns estão fazendo, o costume de assistir às nossas reuniões. Pelo contrário, animemos uns aos outros e ainda mais agora que vocês veem que o dia está chegando” (Hebreus 10:25).

Sendo assim, dentro de suas possibilidades e segurança, volte a participar dos cultos presenciais nos templos. Isso é importante para a firmeza de sua fé e sua adoração a Deus.

 
 

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 15/09/2020

A vida, para muitos, tem se tornado um fardo pesado para carregar e, nestes dias, tem sido potencializado com a pandemia. Nos tempos de Jesus, ele havia observado que muitas pessoas estavam cansadas e sobrecarregadas, pois a dominação do Império Romano, a cobrança de altos impostos e, por outro lado, as  exigências de práticas religiosas desgastantes, como ter que se deslocar para o templo em Jerusalém, fazendo longas jornadas à pé para participar de cerimônias, exigências de sacrifícios no templo e muitas regras para o viver diário, sobrecarregavam, principalmente, os mais pobres. Jesus, então, observando tudo isso disse:

“Venham a mim todos vocês que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso. Tomem sobre vocês o meu jugo. Deixem que eu lhes ensine, pois sou manso e humilde de coração, e encontrarão descanso para a alma. Meu jugo é fácil de carregar, e o fardo que lhes dou é leve” (Mateus 11:28-30).

Jugo é uma peça de madeira que une um animal ao outro e que os atrela a um arado ou carroça. Jesus faz uma aplicação desta ilustração, dizendo que está se oferecendo para juntar-se a eles para ajudar a puxar a carga. Ele não promete tirar o fardo, mas ajudar a carregar e, neste caminhar juntos, ensinará, com mansidão e humildade de coração, a viver a vida aqui. Ele não vai colocar mais um fardo sobre os seus ombros, ele vai tornar o fardo mais leve. Que você possa permitir que Jesus se conecte a você para ajudá-lo a viver. 


 
 

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 14/09/2020

A família constituída pelos três irmãos Marta, Maria e Lázaro passou por momentos muito difíceis. Um dia, Lázaro ficou muito doente. As suas irmãs mandaram informar a Jesus com estas palavras: “Senhor, seu amigo querido está muito doente” (João 11:3).


Jesus tomou conhecimento e demorou alguns dias até ir ao encontro da família. Quando chegou, Lázaro já havia falecido e Maria, quando viu a Jesus, disse: “Se o Senhor estivesse aqui, meu irmão não teria morrido” (João 11:32). Ela e sua irmã acreditavam no poder de cura de Jesus. Mas Lázaro morreu. Veja o diálogo de Jesus e Marta:

Marta disse a Jesus: “Se o Senhor estivesse aqui, meu irmão não teria morrido. Mas sei que, mesmo agora, Deus lhe dará tudo que pedir”. Jesus lhe disse: “Seu irmão vai ressuscitar”. “Sim”, respondeu Marta. “Ele vai ressuscitar quando todos ressuscitarem, no último dia.” Então Jesus disse: “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim viverá, mesmo depois de morrer. Quem vive e crê em mim jamais morrerá. Você crê nisso, Marta?”. “Sim, Senhor”, respondeu ela. “Eu creio que o senhor é o Cristo, o Filho de Deus, aquele que veio ao mundo da parte de Deus.”  (João 11:21-27).

Vemos que elas, quando Lázaro ficou doente, confiaram em Jesus a ponto de mandar chamá-lo e, quando Ele morreu, elas continuaram acreditando no poder de Jesus para ressuscitá-lo. Ouça as palavras de Marta: “Mas sei que, mesmo agora, Deus lhe dará tudo que pedir”. Entretanto, mesmo que isso não acontecesse, ela acreditava que no final tempos, ele ressuscitaria. Elas não deixaram de crer em Jesus e ele fez Marta dar sua declaração de fé: “Eu creio que o senhor é o Cristo, o Filho de Deus, aquele que veio ao mundo da parte de Deus.”. Jesus saiu dali e foi ao sepulcro e ressuscitou Lázaro. Elas nunca deixaram de crer em Jesus, mesmo quando ele não atendeu a sua solicitação. Em outras palavras, elas estavam prontas para aceitar e dizer: “Seja feita a tua vontade”.


Que sua crença em Jesus seja tão forte e, não importando com as circunstâncias, você possa continuar confiando nele.

 
 
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