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Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 15/10/2020

Estamos vivendo em um tempo que a morte está bem presente em nossa sociedade, alavancada com o novo coronavírus e evidenciada pelas mídias. Nos tempos bíblicos, a morte, também, era muito presente em virtude das doenças, das guerras, das questões sanitárias, da medicina pouco desenvolvida, entre outros fatores. Havia, também, entre os cristãos, uma questão ao lidarem com a morte: eles esperavam que Jesus voltasse logo e questionavam sobre o que aconteceria com os que morreram antes dele voltar, pois sabiam que os que estavam vivos na volta de Jesus seriam arrebatados para junto dEle. Então, o apóstolo Paulo, com o objetivo de consolar e trazer esperança, compartilha alguns ensinamentos. Lerei o que ele escreveu aos cristãos da igreja em Tessalônica. Diz assim:

“E agora, irmãos, quero que vocês saibam o que sucede a um fiel quando ele morre, para que não fiquem cheios de tristeza como aqueles que não têm esperança. Visto que nós cremos que Jesus morreu e depois voltou à vida, podemos também crer que, quando Jesus voltar, Deus trará de volta com ele todos os irmãos que já morreram. Posso dizer-lhes, diretamente do Senhor, que nós, os que ainda estivermos vivos quando o Senhor voltar, não subiremos para encontrá-lo antes daqueles que já morreram. Pois o próprio Senhor descerá do céu com um potente clamor, com o brado do arcanjo e com o toque da trombeta de Deus, e o Senhor descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro. Então nós, os que ainda estivermos vivos, seremos arrebatados até eles nas nuvens, a fim de nos encontrarmos com o Senhor nos ares e ficarmos com ele para sempre. Portanto, confortem-se e encorajem-se mutuamente com essas palavras” (1 Tessalonicenses 4:13-18 – NBV-P).

Como mencionou o apóstolo Paulo, estas palavras são para trazer esperança e conforto ao sabermos que um dia, nós, os que cremos e aceitamos Jesus como nosso Salvador, vamos todos nos reencontrar no novo céu e na nova terra. Para nós, é, também, uma palavra de encorajamento, para permanecermos firmes em nossa fé e relacionamento com Jesus Cristo.

 
 

Atualizado: 15 de out. de 2020

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 14/10/2020

O cristianismo ensina que há vida após a morte. O apóstolo Paulo escreveu um longo texto na primeira carta aos cristãos da cidade de Corinto sobre a ressurreição dos que creem em Jesus Cristo como seu salvador. Ele fala da ressureição de Jesus, fala da importância da ressurreição para a fé cristã, rebate aqueles que não creem na ressurreição e argumenta sobre a diferença do corpo para viver neste mundo e do corpo para viver na eternidade. Para finalizar, fala da vitória sobre a morte, quando, então, nos tornaremos imortais. Vou ler o texto a partir do versículo 42 na versão Nova Bíblia Viva Português. Paulo escreve assim:

“De igual modo será com a ressurreição dos mortos. O corpo que é semeado é mortal, mas quando ressuscita é imortal. Os corpos que agora possuímos causam-nos desonra; entretanto, estarão cheios de glória quando ressuscitarmos. Eles são semeados em fraqueza, porque agora são corpos mortais, mas quando ressuscitarmos, eles estarão cheios de força. Quando morrem são apenas corpos humanos, porém, quando ressuscitam, são corpos espirituais. Como existem corpos naturais, assim também há corpos espirituais. As Escrituras nos dizem que o primeiro homem, Adão, recebeu um corpo humano natural, mas o último Adão [Jesus Cristo] é mais do que isso, pois ele é espírito vivificante. Nós temos primeiramente estes corpos humanos e mais tarde Deus nos dará corpos espirituais. O primeiro homem foi feito do pó da terra, mas o segundo homem [Jesus Cristo] veio dos céus. Todo ser humano tem um corpo terreno, mas todos quantos passam a pertencer a Cristo terão um corpo celestial. Tal como cada um de nós tem agora um corpo igual ao de Adão, assim também algum dia teremos um corpo igual ao de Cristo. Digo-lhes isto, meus irmãos: Um corpo terreno, feito de carne e sangue, não pode herdar o Reino de Deus. Estes nossos corpos mortais não podem herdar o que é imortal” (1 Coríntios 15:42-50)

Agora vou ler os versículos 53 e 54:

“Porque os nossos corpos terrenos, os que temos agora e que são mortais, precisam ser transformados em corpos imortais, que não podem morrer. Assim, quando o que é corruptível se revestir do que é incorruptível, e o que é mortal se revestir do que é imortal, então, finalmente, se tornará verdadeira esta Escritura: “A morte foi tragada na vitória” . Em outras palavras, precisamos morrer fisicamente para alcançarmos a imortalidade. Ou, como diz o apóstolo Paulo, “para que aquilo que é mortal seja absorvido pela vida” (1 Coríntios 6.4 - NVI). Estes ensinos são importantes, como disse o apóstolo Paulo: “... quero que vocês saibam o que sucede a um fiel quando ele morre, para que não fiquem cheios de tristeza como aqueles que não têm esperança. [...] Portanto, confortem-se e encorajem-se mutuamente com essas palavras” (1 Tessalonicenses 4:13,18 NBV-P).
 
 
  • Foto do escritor: Ibbn
    Ibbn
  • 13 de out. de 2020

Atualizado: 13 de out. de 2020

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 13/10/2020

A Bíblia usa duas palavras para se referir ao tempo: chronos e kairós. Um exemplo está em Eclesiastes 3.1 que diz assim: “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu” (Eclesiastes 3:1 – ARA). Esta tradução poderia ser assim: “Tudo tem o seu Chronos determinado, e há um Kairós para todo propósito”. Chronos é a hora que o relógio marca e de onde vem “cronômetro”, Kairós se refere ao tempo de Deus agir, de seu propósito acontecer.


Nós vivemos em uma mundo em que tudo acontece muito rápido. Na informática, se trabalha com a meta do usuário chegar a qualquer informação em apenas três clics. A indústria da aviação está trabalhando para o retorno dos jatos supersônicos a fim de que as viagens se tornem mais rápidas. Esperar em uma fila de banco, em um consultório, em um aeroporto cria nas pessoas um mal-estar, pois vivemos em tempos em que esperar não faz parte da dinâmica da vida.


Temos um outro conflito quando descobrimos que o tempo de Deus é diferente do nosso tempo. O povo judeu clamou ao Senhor por 80 anos até que chegasse o tempo de Moisés ir ao Egito e liderar a libertação. Abraão esperou 23 anos para que a promessa de um herdeiro acontecesse e ele já estava com 100 anos. Até mesmo na experiência missionária, as coisas não acontecem no tempo humano, mas no tempo de Deus. Paulo teve uma experiência assim. No livro de Atos lemos: “Paulo e seus companheiros viajaram pela região da Frígia e da Galácia, tendo sido impedidos pelo Espírito Santo de pregar a palavra na província da Ásia. Quando chegaram à fronteira da Mísia, tentaram entrar na Bitínia, mas o Espírito de Jesus os impediu” (Atos 16:6-7). Mais tarde, no tempo de Deus, o evangelho foi anunciado na Ásia e várias igrejas ali surgiram. Quando Jesus estava preparando os doze apóstolos para evangelizar, ele os orientou assim: “Não se dirijam aos gentios, nem entrem em cidade alguma dos samaritanos. Antes, dirijam-se às ovelhas perdidas de Israel” (Mateus 10:5-6). Quando voltou para os céus, ele, então, mandou que evangelizassem em Jerusalém, na Judéia, em Samária e até os confins da terra. Todas as coisas acontecem no tempo de Deus. Então, que possamos aprender a esperar o tempo de Deus agir, confiar e descansar nele. 

 
 
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