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Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 21/05/2020

Este tempo de isolamento provoca um relacionamento mais intenso com as pessoas nas famílias. Isso tem um lado positivo, pois proporciona oportunidades de aprofundar as relações familiares, mas, também, tem seu lado negativo, fazendo aflorar os aspectos que não estão bem resolvidos nos relacionamentos. Acredito que alguns deles são causados, como diz o apóstolo Paulo, pelo “pecado que vive em mim”. Vamos ouvir o que ele disse:

'Eu não entendo o que faço, pois não faço o que gostaria de fazer. Pelo contrário, faço justamente aquilo que odeio. Se faço o que não quero, isso prova que reconheço que a lei diz o que é certo. E isso mostra que, de fato, já não sou eu quem faz isso, mas o pecado que vive em mim é que faz. Pois eu sei que aquilo que é bom não vive em mim, isto é, na minha natureza humana. Porque, mesmo tendo dentro de mim a vontade de fazer o bem, eu não consigo fazê-lo. Pois não faço o bem que quero, mas justamente o mal que não quero fazer é que eu faço. Mas, se faço o que não quero, já não sou eu quem faz isso, mas o pecado que vive em mim é que faz. ' (Romanos 7:15-20)

Paulo diz que a Lei de Deus lhe mostrou o que era certo e errado, o que era pecado. Então, ele sabia o que não era certo fazer, mas os seus sentimentos humanos o impulsionavam a praticar o que era errado. Ele chega à conclusão de que a sua condição de pecador que o levava a praticar atos pecaminosos, ou seja, fazer o que não era certo. Como ele expressa mais adiante no texto: “quando quero fazer o que é bom, só consigo fazer o que é mau”. Diz que o único que pode ajudá-lo é Jesus Cristo.


Nestes dias de isolamento, não deixe que o pecado original, que habita em cada um de nós, assuma o comando da sua vida e o leve a ter atitudes que venham a machucar os outros e se arrepender posteriormente. Mantenha-se conectado com Deus. Leia a Bíblia, a Palavra de Deus, e fale com ele pela oração. Isso manterá você em conexão constante com ele, fortalecendo-os espiritualmente.

 
 

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 20/05/2020

A história de José do Egito nos ajuda a entender um pouco sobre a questão das coisas ruins que acontecem conosco e os planos de Deus.


José, por suas visões de grandeza, desde cedo provocou o desprezo dos seus irmãos, até chegar ao ponto de planejarem matá-lo. Por interferência do irmão mais velho, Ruben, foi salvo da morte, mas não de ser vendido como escravo ao Egito. Como escravo, serviu na casa do capitão da guarda do palácio. Usando suas habilidades como bom administrador, conquistou a graça do seu senhor, mas a esposa dele o acusou, falsamente, de tentativa de estupro e, por isso,  José foi colocado na prisão por alguns anos. Durante esse período, ele ganhou a confiança do carcereiro, ajudando-o na administração da prisão e, também, ali construiu relacionamentos que o ajudaram, mais tarde, a ser indicado para interpretar um sonho de Faraó, o qual coloca-o como administrador do Egito, abaixo apenas dele.


Uma história que começou mal e terminou bem, mas que traz o sofrimento de um ser humano.


Tenho dificuldades em ver um Deus provocando sofrimento, principalmente, em pessoas inocentes. Não sei explicar, mas uma coisa não posso deixar de acreditar: a soberania de Deus sobre todas as coisas. Para mim, isso é um paradoxo, duas verdades que se contrapõem. Como disse, não sei explicar, mas creio  “que Deus faz todas as coisas cooperarem para o bem daqueles que o amam e que são chamados de acordo com seu propósito." (Romanos 8:28)


Foi essa, também, a leitura que José fez de sua história, vinte anos depois, quando trouxe seu pai e seus irmãos para viverem com ele no Egito, salvando-os da fome que assolava a região onde moravam. Ele disse para seus irmãos:

'É verdade que vocês planejaram aquela maldade contra mim, mas Deus mudou o mal em bem para fazer o que hoje estamos vendo, isto é, salvar a vida de muita gente. ' (Gênesis 50:20)

Esta pandemia está trazendo grandes sofrimentos, por isso a questão agora não é buscar culpados, se Deus ou homens, mas, como cristãos, termos a certeza de que Deus é soberano e fará com que tudo isso contribua para que os seres humanos se tornem melhores. 

 
 

Atualizado: 20 de mai. de 2020

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 18/05/2020

O povo de Israel, depois de 40 anos no deserto, estava prestes a entrar na Terra Prometida. Imaginem a expectativa deles! Sonharam com isso durante 40 anos. O fim dos quarenta anos significava o início de uma nova era, um novo tempo.  Mas sabiam que teriam muitas lutas pela frente. A bênção estava diante deles e precisariam lutar por ela.  No entanto, primeiro teriam que vencer o inimigo que poderia entrar neles, o medo. Sendo assim, Moisés incentiva-os e diz que Deus, pessoalmente, irá à frente deles, mas precisariam ser fortes e corajosos. Ouça a palavra de Moisés para eles:

'Sejam fortes e corajosos. Não tenham medo nem fiquem apavorados por causa delas, pois o Senhor , o seu Deus, vai com vocês; nunca os deixará, nunca os abandonará”. '  (Deuteronômio 31:6)

Estamos vivendo dias de quarentena, os quais por si só já são um desafio, como foram os 40 anos no deserto para o povo judeu. Vamos dizer que estamos no nosso deserto. Contudo, assim como foi para o povo judeu, temos que ter em mente que caminhamos para dias melhores. Para os judeus, o período de 40 anos terminou com a visualização da bênção prometida. Respeitando as devidas proporções, o mesmo deve acontecer conosco que, vivendo nesta quarentena, sonhamos com o término dela. O povo judeu sabia que teria que lutar quando chegou a hora de tomar posse da bênção, por isso a palavra de ânimo dada por Moisés.


O princípio que deve nortear nossa atitude é o mesmo: saber que Deus está conosco e não  deixar que o medo e o pavor tomem conta. Ele está conosco agora e continuará após a quarentena. Portanto, vamos buscar a força e a coragem que vem do Senhor nosso Deus.

'Sejam fortes e corajosos. Não tenham medo nem fiquem apavorados por causa delas, pois o Senhor , o seu Deus, vai com vocês; nunca os deixará, nunca os abandonará”. '  (Deuteronômio 31:6)

 
 
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