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Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 10/08/2021


No Sermão do Monte, Jesus traz ensinos sobre nossa relação com Ele, com o próximo e com nós mesmos, ou seja, quem devemos e queremos ser. Mas, também, como deve ser nossa relação com as coisas materiais e a busca para satisfazer as necessidades básicas. Em Mateus 6.24-34, ele apresenta as necessidades básicas como sendo importantes para a vida. Ele menciona o alimento, a água e o vestir, que para seus primeiros ouvintes, eram as mais críticas.


Jesus faz esse alerta a fim de que os bens materiais não se tornem o senhor de nossas vidas, tomando o lugar o Deus, como se só eles garantissem a nossa segurança. Diz que Deus se preocupa com as nossas necessidades básicas e disse assim:

“Portanto eu digo: Não se preocupem com sua própria vida, quanto ao que comer ou beber; nem com seu próprio corpo, quanto ao que vestir. Não é a vida mais importante que a comida, e o corpo mais importante que a roupa?” (Mateus 6:25).

Ele chama a atenção para outras obras da criação, como as aves do céus, as flores do campo, de como Deus cuida delas e diz que Deus cuidará de nós, pois valemos muito mais do que elas, como disse: “... o Pai celestial sabe que vocês precisam delas”. Então, faz a seguinte recomendação: “Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas serão acrescentadas a vocês. Portanto, não se preocupem com o amanhã, pois o amanhã trará as suas próprias preocupações. Basta a cada dia o seu próprio mal” (Mateus 6:33-34).


Ele faz este reforço, pois aqui está o grande problema: colocarmos nossas riquezas no lugar de Deus, como se elas fossem as únicas que podem nos trazer segurança, colocando Deus, o Criador, em segundo plano. Então, que você possa ter um trabalho que lhe traga o sustento necessário, mas que jamais venha ocupar o lugar de Deus em sua vida.

 
 

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 09/08/2021


Jesus orienta a vencer a ganância ajuntando tesouros nos céus e, depois, fala sobre as preocupações da vida. Mas antes disso, traz um alerta sobre aquilo que alimenta nossa alma. Veja a figura de linguagem que Ele usou:

“— Os olhos são como uma luz para o corpo: quando os olhos de vocês são bons, todo o seu corpo fica cheio de luz. Porém, se os seus olhos forem maus, o seu corpo ficará cheio de escuridão. Assim, se a luz que está em você virar escuridão, como será terrível essa escuridão!” (Mateus 6:22-23).

Para os antigos, os olhos eram as janelas pelas quais a luz entrava no corpo e o tornava saudável. Fazendo uma analogia disso, Jesus diz que a maneira como vemos o mundo determina a postura que teremos frente à vida. Muitos estão cegos espiritualmente, não deixando a luz de Deus entrar em suas almas e, portanto, não conseguem ver além da dimensão material.


O apóstolo Paulo orou assim: “Peço que Deus abra a mente de vocês para que vejam a luz dele e conheçam a esperança para a qual ele os chamou. E, também para que saibam como são maravilhosas as bênçãos que ele prometeu ao seu povo e como é grande o seu poder que age em nós, os que cremos nele. Esse poder que age em nós é a mesma força poderosa... Esse poder que age em nós é a mesma força poderosa que ele usou quando ressuscitou Cristo” (Efésios 1:18-20).


Que nesta semana que inicia a luz de Deus ilumine sua mente e veja as bênçãos que Ele tem para você e, consequentemente, a esperança renasça em sua vida.

 
 

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 07/08/2021


O Sermão do Monte é muito abrangente em seus assuntos. Jesus começa apresentando o que espera dos seus seguidores e, depois, fala das atitudes que seus discípulos deveriam ter. Seguindo, ensina sobre práticas religiosas particulares, para então, falar das práticas para o cristão suprir suas necessidades básicas, falando das riquezas acumuladas. Vamos às suas palavras. Ele disse assim:

“Não acumulem para vocês tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem destroem e onde os ladrões arrombam e furtam. Mas acumulem para vocês tesouros nos céus, onde a traça e a ferrugem não destroem e onde os ladrões não arrombam nem furtam. Pois onde estiver o seu tesouro, aí também estará o seu coração” (Mateus 6:19-21).

Ele não está condenando o cristão a ter propriedades, nem o fato de ajuntar recursos para as emergências. Não está condenando a possibilidade de desfrutar das coisas boas que se pode ter. O que ele está condenando é a acumulação egoísta, advinda da dureza do coração, que impede a pessoa de olhar para o próximo em suas necessidades e usar suas riquezas para ajudá-los.


Ele orienta a ajuntar tesouros nos céus, mas como se faz isso? Devemos fazer investindo naquilo cujos efeitos durem pela eternidade. A começar pelo desenvolvimento de um caráter semelhando ao de Cristo. Ajudar a “ganhar almas para Cristo”, pois essas almas ganharão a vida eterna. Mas, também, ajudar os outros em suas necessidades básicas, pois Jesus ensinou que na eternidade, os que assim fizerem, serão recebidos com estas palavras:

“...Venham, benditos de meu Pai! Recebam como herança o Reino que foi preparado para vocês desde a criação do mundo. Pois eu tive fome, e vocês me deram de comer; tive sede, e vocês me deram de beber; fui estrangeiro, e vocês me acolheram; necessitei de roupas, e vocês me vestiram; estive enfermo, e vocês cuidaram de mim; estive preso, e vocês me visitaram...Digo a verdade: O que vocês fizeram a algum dos meus menores irmãos, a mim o fizeram”(Mateus 25:34-36, 40).

Sendo assim, que você acumule tesouros nos céus.

 
 
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