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  • 24 de set. de 2020

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 24/09/2020

No que se refere à busca do conhecimento de Deus, há três tipos de pessoas: aqueles que não querem pensar ou investir tempo sobre o assunto, por não acreditarem ou não se importarem. Há os que querem saber se ele existe ou não, qual é a sua natureza, a pessoa, a obra e as suas ações. E há, também, aqueles que buscam a Deus impulsionados por suas necessidades ou crises existenciais manifestas em questões, tais como: “De onde vim?”, “Por que estou aqui?”, “Para que estou aqui?” e  “Para onde vou?”. Acredito que as duas últimas posturas devem estar presentes na vida do cristão: conhecer Deus e como conectar sua vida com Ele.


O salmista já dizia: “Como a corça anseia pelas correntes de água, assim minha alma anseia por ti, ó Deus. Tenho sede de Deus, do Deus vivo; quando poderei estar na presença dele?” (Salmos 42:1-2)


O grande pregador Spurgeon, em janeiro de 1855, terminou o seu sermão dominical com estas palavras: “Na contemplação de Cristo existe um bálsamo para cada ferida; na meditação sobre o Pai, há consolo para todas as tristezas, e na influência do Espírito Santo, alívio para todas as mágoas. Você quer esquecer sua tristeza? Quer livrar-se de seus cuidados? Então, vá, atire-se no mais profundo mar da Divindade de Deus, perca-se na sua imensidão, e sairá dele completamente refrescado e revigorado. Não conheço coisa que possa confortar mais a alma, acalmar as ondas da tristeza e da mágoa, pacificar os ventos da provação do que uma meditação piedosa a respeito da Divindade”.

Então, que nestes dias você posa mergulhar no mar do conhecimento de Deus, fazer a sua vontade e encontrar paz. 

 
 

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 23/09/2020

Alguém já disse que “enfermidade” é o que o paciente sente quando vai ao médico e “doença” é o que o paciente tem ao voltar para casa do consultório médico. “Doença, então, é algo que um órgão tem; enfermidade é algo que um homem tem”. Sendo assim, acho que posso dizer que a doença chamada COVID-19 está deixando a família enferma. A COVID-19, que afeta o corpo, tem afetado, também, a família que precisa se isolar dos contatos presenciais e, consequentemente, afeta as dimensões emocionais, relacionais, econômicas e financeiras.


O grande desafio é não permitir que a doença deixe a família enferma. Para isso, é necessário que os indivíduos que a compõe estejam emocionalmente bem e em condições de enfrentar os desafios que a doença traz. Para ajudar, Deus, em sua onisciência e sabedoria, capacitou homens e mulheres para cuidarem do corpo, como os médicos e muitos outros profissionais, mas também capacitou os psiquiatras e os psicólogos, especialistas que devem ser consultados em caso de sofrimento emocional intenso no enfrentamento da COVID-19 ou em outras doenças. Entretanto, não se pode deixar de fora o lado espiritual. Jesus deixou-nos ensinamentos sobre esta área e compartilho com vocês duas orientações dele:

Não tenham medo daqueles que matam o corpo, mas não podem matar a alma. Porém tenham medo de Deus, que pode destruir no inferno tanto a alma como o corpo” (Mateus 10:28 - NTLH).

E a outra orientação é esta:

Disse Jesus: “Venham a mim, todos vocês que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso. Levem o meu jugo e deixem que eu lhes ensine; porque eu sou manso e humilde de coração, e vocês acharão descanso para suas almas. Pois o meu jugo é suave e o meu ensino é leve” (Mateus 11: 28-30 – NBV-P).
 
 
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  • 22 de set. de 2020

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 22/09/2020

Nestes tempos de pandemia com calor intenso, umidade baixa do ar, a fumaça pairando sobre as cidades em virtude das queimadas no Pantanal, no Cerrado, na Amazônia, nos Pampas e na Mata Atlântica é perceptível que temos uma conexão muito forte com a natureza. Na realidade, somos, também, parte da natureza, do meio ambiente. O livro de Gênesis informa que somos feitos do mesmo material que os animais, do pó da terra. Então, esta conexão com o meio ambiente é muito mais forte do podemos imaginar.


A natureza é marcada pelas estações do ano: verão, outono, inverno e primavera. Estamos agora, no Hemisfério Sul, entrando na primavera, quando, no início, o dia e a noite tem a mesma duração, acontece o reflorestamento da flora terrestre, as flores florescem e as temperaturas ficam mais amenas, o que não acontece em Cuiabá, que é calor o tempo todo, exceto quando uma frente fria consegue vencer as barreiras naturais e chega até aqui.


A vida, também, é marcada pelas estações: o outono marca as dificuldades, as provações. Na natureza, as folhas caem e, na vida humana, é quando temos que abrir mão daquilo que não faz mais sentido. O inverno é o tempo de se recolher para ser recuperar, amadurecer, avaliar e aprofundar raízes, como as plantas fazem nesta estação. A primavera é o tempo de planejar, sonhar, plantar, revitalizar e florescer. E o verão é o tempo da produção, de mostrar o que planejou, de agir e de se expor.


A Bíblia diz: “Há um tempo certo para cada coisa; há um tempo certo para cada propósito debaixo do céu” (Eclesiastes 3:1). Talvez a humanidade esteja passando pelas estações do outono e inverno, caminhando para a primavera e o verão. Em que estação você está vivendo? Lembre-se disto: você precisa fazer a coisa certa, na estação certa. Não vista casaco de lã em pleno verão.

 
 
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