top of page

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 13/08/2021

Jesus apresenta, nos seus ensinos, um padrão elevado de conduta aos seus seguidores na relação para com o próximo e com Deus. Para o ser humano que, com o pecado, perdeu a imagem e semelhança a Deus e que, com o novo nascimento, o Espírito Santo precisa estar trabalhando para resgatar, não é fácil viver este padrão. É por isso que Jesus nos orienta a buscar a ajuda de Deus em oração nestas áreas e nas necessidades materiais. Veja o que disse sobre isso no Sermão do Monte:

“Peçam, e será dado; busquem, e encontrarão; batam, e a porta será aberta. Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e àquele que bate, a porta será aberta. “Qual de vocês, se seu filho pedir pão, lhe dará uma pedra? Ou, se pedir peixe, lhe dará uma cobra? Se vocês, apesar de serem maus, sabem dar boas coisas aos seus filhos, quanto mais o Pai de vocês, que está nos céus, dará coisas boas aos que lhe pedirem!” (Mateus 7:7-11).

Jesus sabe que somos limitados na fé, por isso tenta imprimir em nossa mente que Deus ouve as nossas orações usando estas palavras: “Pedi… buscai... batei”. Para reforçar, usa a parábola de um filho pedindo comida ao pai e enfatiza dizendo que o pai dá comida e não pedra ou serpente para ele comer. Ele faz a comparação do homem, que é mau, com Deus, que é bom. Se o homem é capaz de cuidar dos filhos, quanto mais o Pai Celestial cuidará dos seus. Mas precisamos lembrar que nem tudo o que pedimos Deus atende, pois se um filho pequeno pedir uma cobra, um bom pai não vai dar, ou se pedir uma faca, ou uma arma, o pai sabe que o filho não tem maturidade para tê-la. Então, é bom conhecer melhor a Deus antes de pedirmos certas coisas a ele.

 
 
  • Foto do escritor: Ibbn
    Ibbn
  • 12 de ago. de 2021

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 12/08/2021

Na mensagem de ontem, mostramos o ensino de Jesus que orienta a não atuarmos como juízes de outras pessoas. Ele diz para tirarmos primeiro a trave dos nossos olhos e, depois, ajudar o outro, tirando o cisco dos seus olhos. Seguindo a este ensino, o evangelista Mateus registra o que Jesus falou a seguir: “Não deem o que é sagrado aos cães, nem atirem suas pérolas aos porcos; caso contrário, estes as pisarão e, aqueles, voltando-se contra vocês, os despedaçarão” (Mateus 7:6). Parece uma contradição, mas não é. O verdadeiro cristão, quando tira a trave do seus olhos, consegue ser crítico ao ver os frutos que cada um produz.


Algumas pessoas, após ouvirem a mensagem do evangelho, que Jesus, em outro momento, chamou de “pérola de grande valor” (Mateus 13.45), debocham e menosprezam. Jesus, então, faz uma crítica dura a eles chamando-os de “porcos”, animal impuro para os judeus e “cães” que, naquela época, eram animais selvagens. Ele disse para não insistir com a mensagem a eles. Em outra ocasião, quando enviou os seus discípulos a pregarem a mensagem do evangelho, disse: “Se alguém não os receber nem ouvir suas palavras, sacudam a poeira dos pés quando saírem daquela casa ou cidade. Eu digo a verdade: No dia do juízo haverá menor rigor para Sodoma e Gomorra do que para aquela cidade” (Mateus 10:14-15).


Portanto, como diz John Stott: “nosso testemunho cristão e pregação evangelística não devem, portanto, ser totalmente indiscriminados. Se as pessoas tiveram muita oportunidade de ouvir a verdade, mas não a aceitaram, se elas obstinadamente voltam suas costas a Cristo... não devemos continuar pregando-lhes indefinidamente” e, continua dizendo que, “este ensinamento de Jesus é apenas para situações excepcionais; nosso dever cristão normal é ser paciente e perseverar com as pessoas, como Deus pacientemente preservou conosco”.

 
 
  • Foto do escritor: Ibbn
    Ibbn
  • 11 de ago. de 2021

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 11/08/2021

A vida de uma pessoa é construída em comunidade. Ninguém vive independente do outro. Por isso, Jesus ensina no Sermão do Monte alguns princípios para a vida em comunidade. Hoje vamos ver o que ele disse da atitude de julgar o outro. Ele disse assim:

“Não julguem, para que vocês não sejam julgados. Pois da mesma forma que julgarem, vocês serão julgados; e a medida que usarem, também será usada para medir vocês. “Por que você repara no cisco que está no olho do seu irmão e não se dá conta da viga que está em seu próprio olho? Como você pode dizer ao seu irmão: ‘Deixe-me tirar o cisco do seu olho’, quando há uma viga no seu? Hipócrita, tire primeiro a viga do seu olho, e então você verá claramente para tirar o cisco do olho do seu irmão” (Mateus 7:1-5).

Jesus não está dizendo para não ser crítico nas avaliações, mas a ser generoso na maneira como vê o outro. Ele está ensinando que não se deve tomar o lugar de um juiz institucional, emitindo sentença de condenação, que é diferente de avaliação. Ninguém, enquanto pessoa, pode ser juiz do outro, pois não conhece o coração e nem os motivos por trás dos seus atos. Jesus diz que quando se quer tirar o cisco do olho do outro é porque não está vendo a trave no próprio olho. Ou seja, todos somos falhos e limitados. Os critérios que usamos para julgar os outros servem para julgar a nós mesmos.


O apóstolo Paulo diz: “Talvez você pense que pode condenar esses indivíduos, mas é igual a eles e não tem desculpa! Quando diz que eles deveriam ser castigados, condena a si mesmo, porque você, que julga os outros, pratica as mesmas coisas” (Romanos 2:1).

 
 
bottom of page