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Como cristãos, temos ações a serem feitas diante da guerra na Ucrânia e, também, diante dos diversos conflitos que a humanidade enfrenta. Precisamos ajudar, como estão fazendo os nossos missionários e demais cristãos que estão na Ucrânia, montando centros de apoio e levantando recursos para ajudar os refugiados e para os que estão na região da guerra. Mas precisamos, também, interceder a Deus pedindo pela paz. Na Bíblia, no livro de Ezequiel, no capítulo 22, encontramos uma chamada de Deus sobre isso.


De acordo com o texto, os líderes da nação israelita haviam falhado, extorquindo o povo. O texto diz assim:

“Há nela uma conspiração de seus príncipes como um leão que ruge ao despedaçar sua presa; devoram pessoas, apanham tesouros e objetos preciosos e fazem muitas viúvas” (v.25).

Os sacerdotes, responsáveis pela condução dos cultos a Deus, também falharam. O versículo 26 diz:





“Seus sacerdotes cometem violência contra a minha lei e profanam minhas ofertas sagradas; não fazem distinção entre o sagrado e o comum; ensinam que não existe nenhuma diferença entre o puro e o impuro; e fecham os olhos quanto à guarda dos meus sábados, de maneira que sou desonrado no meio deles”.

Os profetas, que deveriam transmitir a Palavra de Deus, também falharam. O texto diz:

“Seus profetas disfarçam esses feitos enganando o povo com visões falsas e adivinhações mentirosas. Dizem: ‘Assim diz o Soberano, o Senhor ’, quando o Senhor não falou” (v. 28).

Mas o povo, também, teve sua culpa. O verso 29 diz:



O povo da terra pratica extorsão e comete roubos; oprime os pobres e os necessitados e maltrata os estrangeiros, negando-lhes justiça”.


É neste contexto que Deus diz:

“Procurei entre eles um homem que erguesse o muro e se pusesse na brecha diante de mim e em favor desta terra, para que eu não a destruísse, mas não encontrei nenhum” (v. 30).


Uma conjunção de erros por parte dos líderes da nação, dos que conduziam os cultos a Deus, dos que ensinavam os princípios de Deus e do próprio povo. E mais um agravante: Deus não achou ninguém que intercedesse junto a Ele pelo povo. Que cenário triste!

Que Deus possa olhar para o mundo e encontrar pessoas que se coloquem na brecha do muro intercedendo junto a Ele pela humanidade.


Que sejamos estas pessoas.


Pr. Carlos Henrique



 
 

A humanidade ainda não saiu do estado pandêmico provocado pelo coronavírus SARS-CoV-2 e está tentando se adaptar ao estado endêmico, ou seja, conviver com o novo coronavírus e, eis que surge outra emergência para a humanidade: a guerra geopolítica na Ucrânia. Uma guerra sempre traz morte, dor, empobrecimento da população, do país e, nesta específica, de muitos outros países, embora traga, também, o empoderamento dos senhores da guerra.


Um dos pilotos alemães mais premiados na 2ª Guerra Mundial, portanto um nazista, Erich Hartmann, disse: “A Guerra é um lugar onde jovens, que não se conhecem e não se odeiam, se matam, por decisões de velhos que se conhecem e se odeiam, mas não se matam”.


As origens das guerras podem ser apontadas de várias maneiras, dependendo do ângulo de quem tenta explicar. Na perspectiva bíblica, a resposta mais direta vem de Tiago, apresentada em sua carta geral, escrita para os cristãos. Ele diz assim:


“De onde vêm as guerras e contendas que há entre vocês? Não vêm das paixões que guerreiam dentro de vocês? Vocês cobiçam coisas, mas não as têm;


matam e invejam, mas não conseguem obter o que desejam. Vocês vivem a lutar e a fazer guerras. Não têm, porque não pedem. Quando pedem, não recebem, pois pedem por motivos errados, para gastar em seus prazeres” (Tiago 4:1-3 - NVI).


Eugene Peterson traduz este texto, na Bíblia A Mensagem, assim: “As guerras acontecem porque vocês exigem: “é do meu jeito, ou nada feito”. E para terem o que querem lutam com unhas e dentes. Vocês desejam o que não têm e são capazes de matar para consegui-lo. Invejam o que é dos outros e chegam a apelar para a violência”.


Nesta visão bíblica, as guerras têm origem no coração do homem, genericamente falando. E isso afeta o que ele faz e lidera. Esta guerra não acontece apenas na geopolítica, mas também, nos lares, nos ambientes de trabalho e acadêmicos, nos governos municipais, estaduais e federais. Esta guerra se vê nos poderes da república: o legislativo, o executivo e o judiciário.


Portanto, como orientou o sábio que escreveu o livro de Provérbios: “Acima de todas as coisas, guarde seu coração, pois ele dirige o rumo de sua vida” (Provérbios 4:23). Cuide do que entra em seu coração e sua mente.


Nestes dias, orem pela paz na Ucrânia.



Pr. Carlos Henrique - 03/mar/2022

 
 

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 19/08/2021


O povo de Israel se afastou de Deus e deixou suas leis de lado, não o amando sobre todas as coisas e nem ao próximo, cometendo várias injustiças sociais. Foi nesse contexto que Deus permitiu que o povo fosse levado ao cativeiro na Babilônia. E foi pensando na situação deles no cativeiro que o profeta Isaías transmitiu esta mensagem de Deus:

“Venham, todos vocês que estão com sede, venham às águas; e vocês que não possuem dinheiro algum, venham, comprem e comam! Venham, comprem vinho e leite sem dinheiro e sem custo. Por que gastar dinheiro naquilo que não é pão, e o seu trabalho árduo naquilo que não satisfaz? Escutem, escutem-me, e comam o que é bom, e a alma de vocês se deliciará com a mais fina refeição. Deem-me ouvidos e venham a mim; ouçam-me, para que sua alma viva. Farei uma aliança eterna com vocês, minha fidelidade prometida a Davi” (Isaías 55:1-3).

Esta mensagem é transmitida como uma chamada, tipo uma notícia que é colocada em manchete nos jornais e lida em voz bem alta para todos ouvirem. É um convite para o povo voltar-se para Deus que Ele cuidaria dele, suprindo suas necessidades e libertando-o do cativeiro, fazendo-o voltar a Jerusalém. Mas o povo precisaria voltar-se para Deus e ouvir suas orientações e, então, Deus agiria.


Deus é o mesmo hoje e continua agindo. Algumas vezes, sofremos por nos afastar dele e praticamos injustiças. Nestes momentos de “cativeiro”, Deus sempre envia uma mensagem de esperança de dias melhores, desde que ouçamos sua voz e confiemos nele. Portanto, invista no seu relacionamento com Deus. Volte-se para ele.

 
 
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