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Mensagem Semanal 26/12/2022 – Pr. Carlos Henrique Ribeiro

O Rei Davi governou Israel entre 1006 e 966 a.C, ou seja, por 40 anos. Quando assumiu o trono, precisou trabalhar para união do povo. Foi ele quem consolidou a nação de Israel, tornando-a um reino forte e próspero. Para isso, sempre atuou para manter o povo unido. É creditado a ele a autoria do Salmo 133, que diz assim:

“Como é bom e agradável quando os irmãos vivem em união! Pois a união é preciosa como o óleo da unção, que era derramado sobre a cabeça de Arão e descia por sua barba, até a bainha de suas vestes. É revigorante como o orvalho do monte Hermom que desce sobre os montes de Sião. Ali o Senhor pronuncia sua bênção e dá vida para sempre” (Salmos 133:1-3 - NVT).

Davi sabia o que estava dizendo, pois, como governante, tinha de manter as tribos que formavam o povo de Israel unidas, mas, do mesmo jeito, como pai de 20 filhos, deveria mantê-los unidos, sendo que alguns deles brigavam para sucedê-lo no trono.


No ensejo destes últimos dias, véspera de encerrar o ano que foi marcado pela divisão do país, advinda da polarização política que, tristemente, atingiu vários ambientes que formam nossa sociedade, como as famílias e as igrejas, é oportuno refletirmos sobre esta mensagem bíblica contida neste salmo: “Como é bom e agradável quando os irmãos vivem em união!”. Davi fundamenta esta afirmação usando duas ilustrações: a primeira, ele compara a união como o óleo da unção, que era derramado sobre a cabeça de Arão, o sacerdote, separando-o para cumprir uma missão sacerdotal de interceder junto a Deus pelo povo. A outra figura é o orvalho que descia do monte Hermom, irrigando todo o vale abaixo, tornando a terra fértil. Em outras palavras, a união é uma espécie de capacitação para trabalharmos para o bem e prosperidade de todos, pois, juntos, somos mais fortes.



Acredito que podemos encontrar mais motivos para nos unir do que para nos separar. As preferências políticas e ideológicas não podem ser mais fortes do que os laços familiares e de irmandade que devem nos unir. Jesus disse: “Todo reino dividido internamente está condenado à ruína. Uma cidade ou família dividida contra si mesma se desintegrará” (Mateus 12:25 - NVT).


Então, aproveite o ambiente de festividade e envie uma mensagem de Feliz Ano Novo àqueles familiares, amigos ou colegas que, por algum motivo, as relações entre vocês tenham sido prejudicadas por questões políticas ou mesmo outras. Não permita que a amizade de vocês se desintegre. Como diz o salmo: “Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união!”


Encerro esta mensagem com a oração que Jesus fez em favor de todos nós, o qual, em determinado momento da oração, disse assim:

“E peço que todos sejam um. E assim como tu, meu Pai, estás unido comigo, e eu estou unido contigo, que todos os que crerem também estejam unidos a nós para que o mundo creia que tu me enviaste. A natureza divina que tu me deste eu reparti com eles a fim de que possam ser um, assim como tu e eu somos um. Eu estou unido com eles, e tu estás unido comigo, para que eles sejam completamente unidos, a fim de que o mundo saiba que me enviaste e que amas os meus seguidores como também me amas” (João 17:21-23).

Pai do Céu, fazemos desta oração de Jesus a nossa oração. Amém.


Com esta mensagem dou uma parada para as férias no mês de janeiro, desejando a todos um FELIZ ANO NOVO.


E que o amor de Deus, o Pai, a graça SALVADORA de Jesus, o Filho e a presença do Espírito Santo estejam sobre todos vocês.

 
 

Mensagem Semanal 19/12/2022 – Pr. Carlos Henrique Ribeiro

Estamos na última semana do advento que culminará no dia do Natal, 25 de dezembro. É tido como certo que Jesus não nasceu no mês de dezembro. Mas em Roma, entre os séculos II e IV a.C., nesta data, os pagãos faziam uma celebração ao deus Sol. Os cristãos, não aceitando participar desta celebração pagã e argumentando que o sol da vida deles era Jesus, passaram a celebrar o seu nascimento neste período, originando, assim, o 25 de dezembro como o Natal, dia de celebrar o nascimento de Jesus.

No Natal tem-se o costume de dar presentes às pessoas. A origem disso pode ter sido inspirada nos magos que vieram ver a Jesus e lhe deram presentes. No século IV, o Bispo Nicolau tinha o costume de dar presentes às crianças pobres de sua cidade e o fazia de modo secreto, sem que eles soubessem. Com o passar dos anos, a indústria e o comércio aproveitaram para produzir e vender suas produções, dando à data um foco maior no comércio. Na minha ótica, eles cumprem muito bem seu papel, a indústria de produzir e o comércio de vender. O problema é que as igrejas falham em não manter as pessoas focadas no verdadeiro sentido do Natal que é o de celebrar o nascimento de Jesus, ou seja, a encarnação de Deus Filho.

Na noite do primeiro Natal, os anjos anunciaram aos pastores o nascimento de Jesus. O evangelista Lucas, descreve o que aconteceu após o anúncio. Ele narra assim:

“Quando os anjos voltaram para o céu, os pastores disseram uns aos outros: — Vamos até Belém para ver o que aconteceu; vamos ver aquilo que o Senhor nos contou. Eles foram depressa, e encontraram Maria e José, e viram o menino deitado na manjedoura. Então contaram o que os anjos tinham dito a respeito dele. Todos os que ouviram o que os pastores disseram ficaram muito admirados” (Lucas 2:15-18 – NTLH).

Fazendo uma analogia com a fala dos pastores, conclamo você a aproveitar este tempo de celebrações natalinas e ir até Belém para ver o que aconteceu, para ver o que o Senhor fez. Faça uma vigem lendo a Bíblia e os registros ali contidos sobre o nascimento do nosso Salvador. E, como os pastores que visitaram a Jesus, você possa voltar desta viagem literária e espiritual cantando hinos de louvor a Deus pelo que aprendeu (Lucas 2.20 – NTLH).

 
 
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