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Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 23/09/2020

Alguém já disse que “enfermidade” é o que o paciente sente quando vai ao médico e “doença” é o que o paciente tem ao voltar para casa do consultório médico. “Doença, então, é algo que um órgão tem; enfermidade é algo que um homem tem”. Sendo assim, acho que posso dizer que a doença chamada COVID-19 está deixando a família enferma. A COVID-19, que afeta o corpo, tem afetado, também, a família que precisa se isolar dos contatos presenciais e, consequentemente, afeta as dimensões emocionais, relacionais, econômicas e financeiras.


O grande desafio é não permitir que a doença deixe a família enferma. Para isso, é necessário que os indivíduos que a compõe estejam emocionalmente bem e em condições de enfrentar os desafios que a doença traz. Para ajudar, Deus, em sua onisciência e sabedoria, capacitou homens e mulheres para cuidarem do corpo, como os médicos e muitos outros profissionais, mas também capacitou os psiquiatras e os psicólogos, especialistas que devem ser consultados em caso de sofrimento emocional intenso no enfrentamento da COVID-19 ou em outras doenças. Entretanto, não se pode deixar de fora o lado espiritual. Jesus deixou-nos ensinamentos sobre esta área e compartilho com vocês duas orientações dele:

Não tenham medo daqueles que matam o corpo, mas não podem matar a alma. Porém tenham medo de Deus, que pode destruir no inferno tanto a alma como o corpo” (Mateus 10:28 - NTLH).

E a outra orientação é esta:

Disse Jesus: “Venham a mim, todos vocês que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso. Levem o meu jugo e deixem que eu lhes ensine; porque eu sou manso e humilde de coração, e vocês acharão descanso para suas almas. Pois o meu jugo é suave e o meu ensino é leve” (Mateus 11: 28-30 – NBV-P).
 
 
  • Foto do escritor: Ibbn
    Ibbn
  • 22 de set. de 2020

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 22/09/2020

Nestes tempos de pandemia com calor intenso, umidade baixa do ar, a fumaça pairando sobre as cidades em virtude das queimadas no Pantanal, no Cerrado, na Amazônia, nos Pampas e na Mata Atlântica é perceptível que temos uma conexão muito forte com a natureza. Na realidade, somos, também, parte da natureza, do meio ambiente. O livro de Gênesis informa que somos feitos do mesmo material que os animais, do pó da terra. Então, esta conexão com o meio ambiente é muito mais forte do podemos imaginar.


A natureza é marcada pelas estações do ano: verão, outono, inverno e primavera. Estamos agora, no Hemisfério Sul, entrando na primavera, quando, no início, o dia e a noite tem a mesma duração, acontece o reflorestamento da flora terrestre, as flores florescem e as temperaturas ficam mais amenas, o que não acontece em Cuiabá, que é calor o tempo todo, exceto quando uma frente fria consegue vencer as barreiras naturais e chega até aqui.


A vida, também, é marcada pelas estações: o outono marca as dificuldades, as provações. Na natureza, as folhas caem e, na vida humana, é quando temos que abrir mão daquilo que não faz mais sentido. O inverno é o tempo de se recolher para ser recuperar, amadurecer, avaliar e aprofundar raízes, como as plantas fazem nesta estação. A primavera é o tempo de planejar, sonhar, plantar, revitalizar e florescer. E o verão é o tempo da produção, de mostrar o que planejou, de agir e de se expor.


A Bíblia diz: “Há um tempo certo para cada coisa; há um tempo certo para cada propósito debaixo do céu” (Eclesiastes 3:1). Talvez a humanidade esteja passando pelas estações do outono e inverno, caminhando para a primavera e o verão. Em que estação você está vivendo? Lembre-se disto: você precisa fazer a coisa certa, na estação certa. Não vista casaco de lã em pleno verão.

 
 

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 21/09/2020

Estamos iniciando mais uma semana e a humanidade está se reorganizando e adaptando-se  a estes tempos de pandemia. Para alguns, a reorganização da vida tem sido difícil, outros estão encarando com mais facilidade. O certo é que não podemos deixar que o medo nos paralise, pois a vida continua. Há uma tendência natural, durante momentos de sofrimentos, de se olhar para a vida e perguntar onde errei, que pecado cometi para merecer isso. Em um certo sentido, fazer uma avaliação da vida é salutar. Mas é importante, também, se ater ao ensino bíblico que fala das misericórdias do Senhor. Selecionei um texto que fala sobre isto para o dia de hoje. Ouça:

“Lembro-me da minha aflição e do meu delírio, da minha amargura e do meu pesar. Lembro-me bem disso tudo, e a minha alma desfalece dentro de mim. Todavia, lembro-me também do que pode me dar esperança: Graças ao grande amor do Senhor é que não somos consumidos, pois as suas misericórdias são inesgotáveis. Renovam-se cada manhã; grande é a sua fidelidade! Digo a mim mesmo: A minha porção é o Senhor; portanto, nele porei a minha esperança” (Lamentações 3:19-24 – NVI).

Sim, somos limitados e pecadores e, comparados com a santidade e bondade de Deus, merecemos a penalidade por nossos erros e pecados. Mas Deus é misericordioso e gracioso para conosco. Nos ama tanto que enviou Jesus Cristo para pagar as penalidades dos nossos pecados e age, sim, com justiça, mas, também, com a sua graça e misericórdia. Portanto, nesta semana que inicia, reconheça suas falhas e pecados, peça perdão a Deus e confie no seu amor, na sua graça e na sua misericórdia. E que isso lhe traga esperança.

 
 
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