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    Ibbn
  • 24 de abr. de 2021

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 24/04/2021

A adoração coletiva é uma marca do povo de Deus, tanto no Antigo como no Novo Testamento. Quando foi organizada a adoração a Deus no deserto, construiu-se uma tenda, o Tabernáculo, conhecido, também, como a Tenda da Reunião, pois ali o povo se reunia para resolver suas questões administrativas, bem como para juntos adorarem a Deus. Nestas reuniões, o povo conhecia um pouco mais sobre Deus, portanto glorificavam-no, mas também eram confrontados com seus pecados.


No Novo Testamento, vemos a ênfase na igreja local, com foco em suas reuniões onde estudavam as Escrituras, oravam, celebravam a Ceia, adoravam a Deus e tomavam suas decisões enquanto comunidade. Tanto no Antigo como no Novo Testamento, estas reuniões ou assembleias levavam ao crescimento espiritual coletivo. Somos chamados à comunhão individual com Deus, mas que vai refletir na adoração coletiva, entre outras coisas.


O apóstolo Paulo refere-se à igreja como família de Deus:

“Portanto, vocês já não são estranhos e forasteiros, mas concidadãos do povo santo e membros da família de Deus” (Efésios 2:19).

Do mesmo modo, fala da igreja como sendo Corpo de Cristo:

“Pois bem, vocês são o corpo de Cristo, e cada um é uma parte desse corpo” (1Coríntios 12:27).
“Porque, assim como em um só corpo temos muitas partes, e todas elas têm funções diferentes, assim também nós, embora sejamos muitos, somos um só corpo por estarmos unidos com Cristo. E todos estamos unidos uns com os outros como partes diferentes de um só corpo” (Romanos 12:4-5).

Então, sozinhos não somos igreja. Igreja é a coletividade que se reúne como família de Deus e Corpo de Cristo para adorá-lo e servi-lo, servindo ao próximo com seus dons e talentos.


Precisamos olhar para as igrejas nestes tempos de pandemia como se estivéssemos em tempos de exceção e não de normalidade. Muitas vezes os cultos são virtuais, ou seja, os membros da igreja estão distantes uns dos outros e assistem aos cultos pelas mídias sociais. Os membros das igrejas estão em casa assistindo aos cultos e não usam os seus dons espirituais e talentos para abençoar outros irmãos e glorificar a Deus. Portanto, não faça da exceção em que estamos vivendo algo normal.

 
 

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 23/04/2021

Vivemos tempos de exceção provocados por esta pandemia. Muitas atividades que faziam parte de nossa rotina de vida foram interrompidas em virtude dos decretos com medidas restritivas visando conter a disseminação da COVID-19. Entre essas medidas está a proibição das atividades religiosas nos templos. Não vejo isso como perseguição religiosa, mas sim como proteção à vida. Até porque não foram apenas as atividades religiosas que sofreram restrições e, vemos, também, que quando os indicadores do sistema de saúde melhoram, as atividades nos templos voltam a ser permitidas, desde que cumpridas as medidas de segurança sanitária.


Nós devemos seguir as orientações legais. Quando mandam suspender as atividades nos templos, devemos cumprir e aproveitar quando elas são permitidas, seguindo os protocolos de segurança sanitária.


Para mim, o grande perigo está em os membros acharem que uma igreja não precisa se reunir presencialmente e que bastam os cultos virtuais. Os cultos virtuais são uma bênção nestes dias, mas limitam a participação dos membros das igrejas no uso dos seus dons espirituais, permitindo que apenas alguns privilegiados possam usar seus dons e habilidades para servir ao Senhor e abençoar outras vidas.


O fundamento bíblico para a igreja é exatamente o ajuntamento. Pessoas salvas e batizadas que se reúnem para cultuar a Deus e servir uns aos outros com seus dons e talentos. Vejam como se comportaram os primeiros cristãos assim que Jesus voltou aos céus. São atitudes que percorrem a história da igreja cristã e permanecem até os dias de hoje. Lucas descreve a igreja assim:

“Os que aceitaram a mensagem foram batizados, e naquele dia houve um acréscimo de cerca de três mil pessoas. Eles se dedicavam ao ensino dos apóstolos e à comunhão, ao partir do pão e às orações. Todos estavam cheios de temor, e muitas maravilhas e sinais eram feitos pelos apóstolos. Os que criam mantinham-se unidos e tinham tudo em comum. Vendendo suas propriedades e bens, distribuíam a cada um conforme a sua necessidade. Todos os dias, continuavam a reunir-se no pátio do templo. Partiam o pão em casa e juntos participavam das refeições, com alegria e sinceridade de coração, louvando a Deus e tendo a simpatia de todo o povo. E o Senhor lhes acrescentava diariamente os que iam sendo salvos” (Atos 2:41-47).

Portanto, não vamos deixar que as medidas de exceção, necessárias em alguns períodos da pandemia, mas que impedem o ajuntamento dos salvos em Jesus Cristo, se tornem um padrão aceito por muitos membros das igrejas, achando que não há necessidade dos cristãos se reunirem nos templos para adorarem a Deus e servirem uns aos outros com seus dons e talentos.

 
 

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 22/04/2021

Os salmos que compõem o livro de Salmos na Bíblia são orações e hinos dirigidos a Deus, em que os autores falam sobre Deus ou falam para Deus. Ler estes salmos nos edificam, pois mostram os autores abrindo os seus corações para Deus em momentos de tristeza, de medo, de consciência de pecado e de rancor contra os inimigos, mas também exaltam a Deus e mostram que vale a pena confiar nele. Deixo, para sua edificação no dia de hoje, os versos 5 a 11 do Salmo 16, desejando que você faça desta oração a sua oração a Deus. O salmo diz assim:

“Tu, ó Senhor Deus, és tudo o que tenho. O meu futuro está nas tuas mãos; tu diriges a minha vida. Como são boas as bênçãos que me dás! Como são maravilhosas! Eu louvo a Deus, o Senhor, pois ele é o meu conselheiro, e durante a noite a minha consciência me avisa. Estou certo de que o Senhor está sempre comigo; ele está ao meu lado direito, e nada pode me abalar. Por isso o meu coração está feliz e alegre, e eu, um ser mortal, me sinto bem seguro, porque tu, ó Deus, me proteges do poder da morte. Eu tenho te servido fielmente, e por isso não deixarás que eu desça ao mundo dos mortos. Tu me mostras o caminho que leva à vida. A tua presença me enche de alegria e me traz felicidade para sempre” (Salmos 16:5-11).

Amém!

 
 
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