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    Ibbn
  • 29 de ago. de 2020

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 29/08/2020

Os discípulos de Jesus, e mais ainda, os apóstolos, conviveram intensamente com ele durante três anos. Nesta convivência, desenvolveram uma profunda amizade a ponto de Jesus chamá-los de amigos. O reconhecimento por parte deles de Jesus como Deus só se concretizou após a ressurreição. Tiago quando o viu disse: “Senhor meu e Deus meu!” (João 20:28). Quando eles foram convocados por Jesus para a montanha na Galileia, assim que ressuscitou, ao o verem, se prostraram em adoração. O Evangelista Mateus assim registra: “Quando o viram, o adoraram; mas alguns duvidaram” (Mateus 28:17). Veja que alguns duvidaram, talvez, como diz alguns comentaristas, por não o reconhecerem, pois o seu corpo, embora trouxesse as marcas da crucificação, estava diferente.


Quando finalmente Jesus foi elevado aos céus, vimos todos o adorando. Lucas descreveu aquele momento assim: “Tendo-os levado até as proximidades de Betânia, Jesus ergueu as mãos e os abençoou. Estando ainda a abençoá-los, ele os deixou e foi elevado ao céu. Então eles o adoraram e voltaram para Jerusalém com grande alegria. E permaneciam constantemente no templo, louvando a Deus” (Lucas 24:50-53).


A partir daí, Jesus passou a ser não apenas o Mestre deles, mas também o seu Deus e, em seguida, começaram a prestar-lhe culto no templo e em suas reuniões nas casas, assim como fazemos até os dias de hoje. Portanto, você que é cristão, discípulo de Jesus, não se esqueça de prestar-lhe adoração. Nestes tempos, quando estamos pedindo tantas coisas a ele, vamos adorá-lo, também. 

 
 

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 28/08/2020

Jesus estava bem ao norte da Palestina, perto da cidade de Cesareia de Filipe e pediu que os seus discípulos lhe dessem um feedback sobre o que o povo estava pensando a respeito dele. Vamos ler o que o Evangelista Mateus narrou: “Jesus foi para a região que fica perto da cidade de Cesareia de Filipe. Ali perguntou aos discípulos: — Quem o povo diz que o Filho do Homem é? Eles responderam: — Alguns dizem que o senhor é João Batista; outros, que é Elias; e outros, que é Jeremias ou algum outro profeta . — E vocês? Quem vocês dizem que eu sou? — perguntou Jesus. Simão Pedro respondeu: — O senhor é o Messias , o Filho do Deus vivo” (Mateus 16:13-16).


A preocupação de Jesus era se as pessoas estavam tendo uma visão correta a respeito dele e constatou que não, pois pensavam que ele era um dos profetas que tinha voltado ao mundo. Ele, então, volta a pergunta para o seus discípulos: - “E vocês? Quem vocês dizem que eu sou?”. Pedro imediatamente responde: - “O Senhor é o Messias, o Filho do Deus vivo”. O Messias era o salvador que Deus prometeu que viria ao mundo. Acredito que foi um alívio para Jesus, em pelo menos ouvir do seu apostolo a resposta correta.


A preocupação de Jesus ainda é presente hoje. Quem é Jesus para as pessoas do mundo de hoje? Temo que a maioria, como nos dias de Jesus, não tenham conhecimento de quem Jesus realmente é. Fazendo o mesmo roteiro de Jesus, a pergunta vai para você, que me ouve: - Quem é Jesus para você?”. Espero que você possa responder como Pedro: Jesus é o Messias, o salvador, o Filho do Deus vivo”. Esta resposta implica em aceitar a Jesus como o Messias prometido, que veio ao mundo para  nos salvar  das consequências dos nossos pecados.


Neste mundo de tantas incertezas é bom ter esta convicção de que Jesus é Deus e se importa conosco. 

 
 

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 27/08/2020

Aprendemos que somos tão limitados, falhos e pecadores que, quando vem um sofrimento, a primeira coisa que fazemos, pelo menos em um significativo número de cristãos, é tentar achar algum pecado que levou a isso. Mas nem sempre sofremos por consequência de alguma coisa que fizemos de errado. Lendo o Salmo 44, me deparei com alguém que viu sua nação sofrer, não porque se afastara de Deus, mas, na visão dele, Deus foi quem se afastou de seu povo. O autor começa falando das vitórias que a nação já teve com a ajuda de Deus. A seguir, abre o coração dizendo que agora estavam sofrendo derrotas diante dos inimigos e que Deus estava entregando-os nas mãos dos inimigos e faz, então, uma declaração de inocência, com estas palavras:

Tudo isso nos aconteceu, embora não tivéssemos esquecido de ti, nem tivéssemos quebrado a aliança que fizeste com o teu povo. Não fomos infiéis a ti, nem desobedecemos aos teus mandamentos” (Salmos 44:17-18).

Apesar de ver a nação sofrendo como inocente, não apresenta nenhuma revolta contra Deus, pelo contrário, faz uma oração pedindo a sua ajuda. Ouça:

Acorda, Senhor! Por que estás dormindo? Levanta-te. Não nos rejeites para sempre. Por que te escondes de nós? Por que esqueces dos nossos sofrimentos e das nossas aflições? Nós estamos abatidos, caídos no chão; estamos vencidos, jogados no pó. Levanta-te e vem ajudar-nos. Salva-nos por causa do teu amor” (Salmos 44:23-26).

Jesus nos ensinou que nem todo sofrimento vem por causa do pecado, mas existem outros motivos para o sofrimento e que estão fora do nosso entendimento. O importante é não deixarmos de orar pedindo a ajuda de Deus. Então, quando os sofrimentos chegarem, ore pedindo a ajuda de Deus.


 
 
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