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  • 10 de set. de 2020

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 10/09/2020

A Bíblia é o registro do relacionamento de Deus com o seu povo. Deus inspirou homens e mulheres para fazerem as narrativas das tramas em que se desenrolam este relacionamento. Essas narrativas trazem o estilo de cada narrador. Quando lemos, encontramos preciosidades acerca de como esses homens viam Deus. Uma delas está no livro do profeta Isaías que diz assim: “Verdadeiramente tu és um Deus que se esconde, ó Deus e Salvador de Israel” (Isaías 45: 15). Eugene Peterson, na Bíblia “A Mensagem”, traduz assim: “Sem dúvida tu és um Deus que trabalha nos bastidores, Deus de Israel, Deus Salvador”. No contexto, o autor está falando de como Deus usaria Ciro, o grande rei da Pérsia, para libertar o povo de Israel do domínio babilônico, possibilitando, assim, a restauração de Jerusalém. Enquanto o povo estava no cativeiro, Deus estava conduzindo a história, trabalhando nos bastidores sem que o seu povo percebesse.

Não sei se você, também, consegue olhar e ver em sua história situações em que Deus agiu, conduzindo tudo para que você conseguisse chegar aonde está ou recebesse uma bênção. Podemos dizer como o profeta que Deus estava escondido, agindo nos bastidores, nos surpreendendo.

Hoje, vivemos tempos difíceis, mas, como cristãos, temos convicção de que Deus está agindo nas circunstâncias para que tudo termine da melhor forma possível em nosso favor. Portanto, não estamos sozinhos, Deus está cuidando de tudo, está agindo.


 
 
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  • 9 de set. de 2020

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 09/09/2020

O sofrimento  faz parte da nossa existência. Quem nunca sofreu? Jesus Cristo já havia alertado sobre o assunto quando disse: “Neste mundo vocês terão aflições” (João 16.33). Por isso, ele é um tema que interessa a pesquisadores, filósofos, poetas, psicólogos, pensadores, religiosos e outras áreas do saber humano. O teólogo anglicano, John Stott, no seu clássico livro “A cruz de Cristo”, apresenta quatro explicações bíblicas para o sofrimento:


A primeira é que o sofrimento é uma intromissão alheia ao bom mundo de Deus, pois é uma investida violenta e destrutiva de Satanás contra o Criador e, portanto, não terá parte no novo céu e na nova terra que Deus criará. Segunda, Stott diz que com frequência o sofrimento vem por causa do pecado de outros ou de nosso próprio pecado. Terceira, o sofrimento é devido a nossa sensibilidade humana à dor. E quarta, o sofrimento é devido ao tipo de ambiente em que Deus nos colocou, sujeito aos desastres naturais, como inundações, tufões, terremotos e secas. Ele diz que “é verdade que se pode argumentar que Deus não pretendia que as “áreas inóspitas” da Terra fossem habitadas, muito menos ampliadas pela irresponsabilidade ecológica.


Stott diz que, para alguns, o sofrimento é sem sentido e não se pode detectar nenhum propósito nele, mas que os cristãos não podem pensar assim, pois Jesus mencionou o sofrimento como sendo tanto para a “a glória de Deus”, para que o Filho fosse glorificado por meio dele, como “para que se manifestem nele as obras de Deus”. Sendo assim, vamos lutar para não provocarmos o sofrimento e, se ele vier, que Deus seja glorificado mediante nossa atitude.

 
 

Atualizado: 9 de set. de 2020

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 08/09/2020

Vivemos em um mundo marcado por tantas violências, sejam físicas, psicológicas, sociais, políticas e econômicas. De quem é a responsabilidade? É de cada um de nós que, na associação com outros, forma-se uma consciência coletiva que vai além do indivíduo, seja para o bem ou para o mal. Cito um exemplo bíblico. Abraão morava na região montanhosa e seu sobrinho Ló na região de Sodoma. A sociedade ali formada, segundo o relato bíblico, cometia muitas injustiças. A Bíblia "A Mensagem" descreve assim: “os gritos das vítimas em Sodoma e Gomorra são de ensurdecer. O pecado dessas cidades é gigantesco” (Gênesis 18.20). Deus, então, resolve destruí-las e Abraão, sabendo disso, intercede, pois seu sobrinho morava lá. Ele disse a Deus:

“... O Senhor seria capaz de matar os bons juntamente com os maus? Se houver na cidade, digamos, cinquenta pessoas justas, o Senhor destruiria a cidade? Não pouparia o povo por amor daqueles cinquenta cidadãos bons? Não seria justo! Certamente o Senhor não fará uma coisa dessas: matar os que o amam junto com os que o desprezam. Fazendo assim, estaria igualando os justos com os injustos, os bons com os maus! Claro que não faria isto! Não é justo o Juiz de toda a terra?”  (Gênesis 18:23-25).

Acredito que Abraão estava pensando na família do seu sobrinho Ló, mas sabia que a família dele não tinha 50 pessoas. Sendo assim, baixa o número para 45 e Deus responde que, pelos 45 justos, não destruiria a cidade. Abraão diminui para 40 pessoas, depois para 30, 20, 10 e Deus diz que não destruiria por causa dos 10. Bom, sabemos que não havia dez justos ali, apenas Ló, sua esposa e duas filhas. Então, Deus os tirou dali e destruiu aquelas cidades.


Tiro aqui uma lição para nós nesta semana da Pátria: que sejamos os justos e que na somatória de cada um, possa se criar uma mentalidade de justiça que seja traduzida em ações que tragam bênçãos para o povo brasileiro e isto agrade a Deus.


 
 
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