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Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 17/09/2020

Olhando para a cidade e os seus movimentos, temos a sensação de que a vida voltou ao normal e a pandemia acabou. Mas se olharmos bem para as pessoas veremos que estão usando máscaras, o álcool em gel sendo disponibilizado nos lugares de atendimento ao público, as pessoas carregando gel na bolsa, as escolas ainda não voltaram às aulas presenciais, alguns ainda estão isolados em suas casas e coisas assim. Ou seja, a pandemia ainda não acabou. O que está acontecendo é que as pessoas estão se reorganizando e tentando viver uma nova rotina, mostrando, assim, a capacidade humana de se adaptar. O perigo é esquecermos que o inimigo ainda está ao redor e ativo.


Vem-me à mente o tempo em que Neemias chegou a Jerusalém com a missão de reconstruir os muros. A narrativa diz que os inimigos não queriam isso, queriam que parassem e planejavam atacá-los, mas Neemias organizou as pessoas em grupos de trabalho e diz o texto: “Os trabalhadores prosseguiram com a obra; com uma das mãos levavam as cargas, enquanto, com a outra, seguravam uma arma” (Neemias 4.17).


Hoje estamos assim também, com uma mão trabalhamos e com outra nos protegemos com álcool gel, com colocação máscaras, com distanciamento das mesas de trabalho e rodas de conversas e outros tipos de armas contra o nosso inimigo, o novo coronavírus. Estamos nos reorganizando para que a vida não pare. Como aconteceu com Neemias, haverá hora em que parecemos enfraquecidos e, então, devemos orar como ele: “Agora, ó Deus, aumenta as minhas forças!” (Neemias 6.9)

 
 
  • Foto do escritor: Ibbn
    Ibbn
  • 16 de set. de 2020

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 16/09/2020

Praticamente todos os segmentos que formam a sociedade humana foram, de uma forma ou outra, afetados pela pandemia. E, à medida que o tempo passa, estão tentando se adaptar a uma nova rotina, enfrentando vários desafios. A igreja também, pois, por mais que tenha usado as plataformas digitais para manter-se unida e cumprido assim a sua missão, estas não substituem e não permitem acontecer a essência da estrutura funcional da igreja que é o “ajuntamento”, como define bem a própria palavra “igreja”, que vem do grego “eklesia” e significa “assembleia” ou “reunião”. Este ajuntamento que forma a igreja vem de uma atração natural pela afinidade que existe nas pessoas que aceitam a Jesus como Deus, Salvador e Senhor de suas vidas e que se reúnem para adorá-lo em cultos coletivos, alimentarem-se espiritualmente com a Palavra de Deus e usar os dons espirituais e talentos para servir e cuidar do próximo e, também, serem cuidadas .


Podemos citar alguns dos desafios para o retorno às reuniões presenciais, tais como: a utilização correta e o respeito por parte das pessoas aos protocolos de segurança; a insegurança  e o medo de contaminação de si próprio e do próximo. Mas temos, também, outro desafio como igreja: Satanás, que não quer que Deus seja adorado e as pessoas edificadas espiritualmente através da pregação e do ensino da Palavra de Deus e, também, do uso, por parte dos discípulos de Jesus, dos seus dons e talentos. 


O autor de Hebreus já constatava algo semelhante ao dizer:

“Não abandonemos, como alguns estão fazendo, o costume de assistir às nossas reuniões. Pelo contrário, animemos uns aos outros e ainda mais agora que vocês veem que o dia está chegando” (Hebreus 10:25).

Sendo assim, dentro de suas possibilidades e segurança, volte a participar dos cultos presenciais nos templos. Isso é importante para a firmeza de sua fé e sua adoração a Deus.

 
 

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 15/09/2020

A vida, para muitos, tem se tornado um fardo pesado para carregar e, nestes dias, tem sido potencializado com a pandemia. Nos tempos de Jesus, ele havia observado que muitas pessoas estavam cansadas e sobrecarregadas, pois a dominação do Império Romano, a cobrança de altos impostos e, por outro lado, as  exigências de práticas religiosas desgastantes, como ter que se deslocar para o templo em Jerusalém, fazendo longas jornadas à pé para participar de cerimônias, exigências de sacrifícios no templo e muitas regras para o viver diário, sobrecarregavam, principalmente, os mais pobres. Jesus, então, observando tudo isso disse:

“Venham a mim todos vocês que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso. Tomem sobre vocês o meu jugo. Deixem que eu lhes ensine, pois sou manso e humilde de coração, e encontrarão descanso para a alma. Meu jugo é fácil de carregar, e o fardo que lhes dou é leve” (Mateus 11:28-30).

Jugo é uma peça de madeira que une um animal ao outro e que os atrela a um arado ou carroça. Jesus faz uma aplicação desta ilustração, dizendo que está se oferecendo para juntar-se a eles para ajudar a puxar a carga. Ele não promete tirar o fardo, mas ajudar a carregar e, neste caminhar juntos, ensinará, com mansidão e humildade de coração, a viver a vida aqui. Ele não vai colocar mais um fardo sobre os seus ombros, ele vai tornar o fardo mais leve. Que você possa permitir que Jesus se conecte a você para ajudá-lo a viver. 


 
 
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