top of page
  • Foto do escritor: Ibbn
    Ibbn
  • 17 de nov. de 2020

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 17/11/2020

Uma das mais conhecidas parábolas de Jesus é a do “Filho Pródigo”. Nela, um jovem pede ao pai que lhe dê em vida a parte da herança que lhe cabia. O pai atende o pedido do filho, o qual pega o dinheiro e sai em viagem para um país distante. Enquanto tinha dinheiro, vivia em festas e orgias, até que o dinheiro acabou. No país em que estava, houve uma grande forme e ele começou a passar necessidades. Procurou emprego e o único que achou foi como cuidador de porcos, animais que, em sua cultura, eram considerados impuros. A única comida que ele tinha era a mesma que davam aos animais. Foi nesta situação que ele cai em si e pensa:


“...Lá em casa até os empregados do meu pai têm comida de sobra, e aqui estou eu, morrendo de fome! Eu vou para casa, junto do meu pai, e lhe direi: “Pai, eu pequei contra o céu e contra o senhor. E já não mereço ser chamado seu filho. Por favor, trate-me como um dos seus empregados” (Lucas 15:17-19). Então, resoluto, ele volta para casa, recebe o perdão do pai que o trata não como um empregado, mais como um filho.


Nesta parábola, o Pai representa Deus, o filho mais novo, o pecador que se arrepende e volta para Deus. A parábola continua falando do filho mais velho, que não foquei aqui, pois quero chamar a atenção para o que representa o filho mais novo, a pessoa longe de Deus e sofrendo as consequências de estar longe dele. Que você não precise chegar ao fundo do poço para voltar ao Pai Celestial. E, fazendo uma aplicação moral, verifique se não está fazendo escolhas erradas na vida e afundando-se em um lamaçal. Caia em si e tome uma atitude, antes que chegue no fundo do poço.

 
 

Atualizado: 17 de nov. de 2020

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 14/11/2020

O livro de Apocalipse tem como objetivo encorajar os seguidores de Jesus a continuarem firmes em sua fé, mesmo diante das lutas. A mensagem ali narrada foi recebida pelo apóstolo João quanto estava em exílio na ilha de Patmos. Isso aconteceu em um domingo, dia em que os cristãos se reuniam para cultuar a Jesus. João não deixou de prestar seu culto, pois ele disse assim: “Era o dia do Senhor, e eu estava adorando e achei-me no Espírito, quando subitamente ouvi uma forte voz atrás de mim. Era uma voz que soava como um toque de trombeta” (Apocalipse 1:10).

Este livro, com exceção de Salmos, é o que mais tem expressões de adoração e louvor a Deus. São exatamente 20 cânticos. A diferença para o livro de Salmos é que o do Apocalipse descreve cultos nos céus. Em todos os momentos narrados, os que vivem nos céus declaram que Jesus e Deus são merecedores de nossa adoração e louvor. Compartilho dois desses momentos. O primeiro está no capítulo 4, versículos nove a onze, que diz assim:

''E, quando os seres viventes deram glória, honra e agradecimentos ao que está sentado no trono, que vive para todo o sempre, os vinte e quatro anciãos caíram diante dele e adoraram aquele que vive eternamente; e depositaram suas coroas diante do trono, dizendo: “Ó Senhor, e Deus nosso, digno é de receber a glória, a honra e o poder, porque o Senhor criou todas as coisas. Elas foram criadas e chamadas à existência por um ato da sua vontade” (Apocalipse 4:9-11 – NBV – P)).

E o outro momento foi quando Jesus apareceu na visão. João narra: “Então na minha visão eu ouvi a voz de muitos anjos, milhares, milhares de milhares e milhões de milhões. Eles rodeavam o trono, bem como os seres viventes e os anciãos, e cantavam com voz forte: “O Cordeiro que foi morto é digno de receber o poder, e a riqueza, e a sabedoria, e a força, e a honra, e a glória, e o louvor!” E então ouvi todas as criaturas que há no céu, na terra, debaixo da terra e no mar, e tudo que neles existe, exclamando: “Ao que está sentado no trono e ao Cordeiro pertencem o louvor, e a honra, e a glória, e o poder, para todo o sempre”. E os quatro seres viventes ficavam dizendo: “Amém!” E os vinte e quatro anciãos caíram por terra e o adoraram”  (Apocalipse 5:11-14).

Amanha é domingo, dia do Senhor, quando as igrejas se reúnem nos templos para prestarem cultos ao Senhor. Se você tem condições de ir, vá e ajude a trazer à terra um pouco do ambiente de adoração que existe nos céus.


 
 
  • Foto do escritor: Ibbn
    Ibbn
  • 12 de nov. de 2020

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 12/11/2020

Os egípcios escravizaram o povo hebreu por muitos anos. Estes clamaram pedindo a Deus que os ajudasse e Ele enviou Moisés para liderar a libertação. A história bíblica informa que Faraó se recusou a libertar o povo e, então, Deus enviou as dez pragas para forçar os governantes do Egito a concederem a liberdade ao povo. Na segunda praga, a praga das rãs, tem um fato interessante. O país foi infestado por rãs e o texto bíblico assim narra:

"Naquela situação crítica, o faraó mandou chamar Moisés e Arão e disse-lhes: “Peçam ao Senhor que tire as rãs. E eu deixarei o povo ir oferecer sacrifícios ao Senhor”. Moisés respondeu ao faraó: “É só dizer quando devo orar a seu favor, pelos seus oficiais e pelo seu povo, para que as rãs sejam retiradas da terra e fiquem somente no rio”. O faraó respondeu: “Que seja amanhã”. E Moisés disse: “Está bem. Vossa Majestade saberá que não existe ninguém como o Senhor, nosso Deus” (Êxodo 8:8-10).

Faraó pediu que Moisés orasse a Deus para fazer cessar a praga e Moisés respondeu: "- É só dizer quando devo orar a seu favor para que as rãs sejam retiradas da terra e fiquem somente no rio”. A resposta foi: ore amanhã. Faraó poderia ter dito ore agora. Mas não! Ele deixou para amanhã o que poderia ter sido feito no mesmo dia.


A lição que fica é que muitas vezes deixamos para amanhã a prática de buscar a ajuda de Deus quando poderíamos orar hoje e receber a bênção. Muitos só buscam a Deus quando todos os recursos humanos acabaram, quando deveriam orar desde o início das lutas e se colocar diante dEle pedindo sua ajuda. Cabe aqui o provérbio popular: “Não deixe para amanhã o que se pode fazer hoje”. 

 
 
bottom of page