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Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 02/03/2021

Vivemos dias em que as instituições são classificadas como sendo as que prestam serviços essenciais e as que não são essenciais em tempos de pandemia, numa tentativa de evitar aglomerações e a disseminação do novo coronavírus e suas mutações. Vejo a igreja como uma instituição importante para a saúde mental e espiritual das pessoas.


A igreja é importante, pois foi instituída pelo próprio Jesus. Um dia ele perguntou aos seus discípulos: “ — E vocês? Quem vocês dizem que eu sou? — perguntou Jesus. Simão Pedro respondeu: — O senhor é o Messias , o Filho do Deus vivo. Jesus afirmou: — Simão, filho de João, você é feliz porque esta verdade não foi revelada a você por nenhum ser humano, mas veio diretamente do meu Pai, que está no céu. Portanto, eu lhe digo: você é Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e nem a morte poderá vencê-la” (Mateus 16:15-18).


Jesus deixou bem claro que a Igreja era dele, “a minha igreja” e ele a edificaria sobre o fundamento que ele é o Messias, o Salvador, o Filho do Deus vivo. Se ele a instituiu é porque é importante. Analisando em uma perspectiva bíblica, a igreja não salva o pecador, quem salva é Jesus. A igreja não é um prédio, mas um grupo de pessoas que aceitam que Jesus é Deus e que morreu para pagar a penalidade pelos pecados dos homens. Essas pessoas se organizam e se juntam para estudar a Bíblia, orar, cultuar a Deus, ajudar-se mutuamente e a pregar que Jesus é o Salvador. Essas atividades ajudam as pessoas a desenvolverem a fé e a manterem-se conectadas a Deus.


A igreja é como um hospital. Vamos lá para buscar ajuda com um médico que solicitará exames, feitos por outros profissionais da saúde, a fim de sabermos a doença que temos e, então, recebermos a prescrição sobre o tratamento. Quando vamos ao templo, onde a igreja se reúne, vamos em busca do médico de nossas almas, Jesus, que usará pessoas, com dons espirituais, para nos ajudar. Sendo assim, a igreja é muito importante para a saúde espiritual e emocional das pessoas. Mas, nas reuniões, neste dias de pandemia, elas precisam seguir os protocolos de segurança para não serem um foco de disseminação deste vírus.

 
 
  • Foto do escritor: Ibbn
    Ibbn
  • 1 de mar. de 2021

Atualizado: 11 de mar. de 2021

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 01/03/2021

Dwight Eisenhower, que foi presidente dos EUA, criou uma ferramenta para ajudar a escolher entre as muitas tarefas que temos. Ele classificou as tarefas em quatro grupos: as importantes e urgentes; as importantes e não urgentes; as não importantes e urgentes; e as não importantes e não urgentes. Muitas pessoas concentram a atenção, por exemplo, em atividades não importantes e não urgentes, deixando de lado as importantes e urgentes.

Jesus contou a parábola de um homem que não teve sabedoria para fazer uma escolha importante e urgente. Vou ler a parábola. Diz assim:

“E continuou, dizendo a todos: — Prestem atenção! Tenham cuidado com todo tipo de avareza porque a verdadeira vida de uma pessoa não depende das coisas que ela tem, mesmo que sejam muitas. Então Jesus contou a seguinte parábola: — As terras de um homem rico deram uma grande colheita. Então ele começou a pensar: “Eu não tenho lugar para guardar toda esta colheita. O que é que vou fazer? Ah! Já sei! — disse para si mesmo. — Vou derrubar os meus depósitos de cereais e construir outros maiores ainda. Neles guardarei todas as minhas colheitas junto com tudo o que tenho. Então direi a mim mesmo: ‘Homem feliz! Você tem tudo de bom que precisa para muitos anos. Agora descanse, coma, beba e alegre-se.’ ” Mas Deus lhe disse: “Seu tolo! Esta noite você vai morrer; aí quem ficará com tudo o que você guardou?” Jesus concluiu: — Isso é o que acontece com aqueles que juntam riquezas para si mesmos, mas para Deus não são ricos” (Lucas 12:15-21 - NTLH).

Esse homem, pelo visto, era um bom administrator, pois suas plantações produziram muito. Mas percebe-se o egoísmo dele ao pensar só em si mesmo. Em nenhum momento mencionou a família, não mencionou Deus, não pensou no próximo. Ele fez muitas coisas, mas esqueceu de algo importante e urgente que era se preparar para a morte e para o encontro com Deus, o qual poderia acontecer a qualquer momento. Ele foi displicente para com a sua vida espiritual. Que nesta semana que inicia, você possa desenvolver as tarefas conforme a escala de importância e urgência, incluindo aí a sua vida espiritual.


 
 

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 27/02/2021

No livro bíblico de Amós há um texto que me chamou muito a atenção. Deus, através da voz do profeta, tem uma fala em que constata a dureza do coração do seu povo. Eles viviam uma rotina de vida em que as injustiças sociais eram gritantes, pois causavam opressão aos pobres, maltratavam os necessitados e viviam em bebedeiras. No aspecto religioso, ofereciam sacrifícios a Deus e entregavam os dízimos, fazendo questão de contar isso para todo mundo, mas Deus não aceitava suas ofertas. O povo vivia um período de prosperidade e luxo, mas, também, de ganância, opressão, suborno, exploração, desprezo pela justiça e falsa religião.


Deus, através do profeta Amós, diz que enviou vários sinais de desagrado, tais como secas que destruíram as plantações e, consequentemente, veio a fome, mas eles não se voltaram para Deus. Enviou ventos quentes, pragas, ferrugem e gafanhotos, mas eles não se voltaram para Deus. Enviou guerras, em que os jovens morriam e cidades eram destruídas, mas eles não se voltaram para Deus. O texto diz que “... Os que sobreviveram pareciam gravetos chamuscados, tirados do fogo. Nem assim vocês voltaram para mim”, diz o Senhor” (Amós 4:11). Deus fez de tudo para conscientizá-los da vida de pecados em que viviam, mas nada conseguia mudar suas atitudes. Então, Deus diz: “Portanto, farei tudo isso com você, ó Israel! Prepare-se para encontrar seu Deus!” (Amós 4:12).


Deus havia sinalizado de várias maneiras, mas o povo não queria aceitar. Então, dá um ultimato, sem dizer o que vai fazer, mas que estarão face a face com Ele. Em outras palavras, Deus estava dizendo: enviei vários sinais a vocês, mas não quiseram ver, então, preparem-se para se encontrar pessoalmente comigo.

Que todos nós possamos estar preparados para que o nosso encontro com Deus seja satisfatório, sejamos achados justificados e possamos ouvir: “servo bom e fiel”.

 
 
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