top of page

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 12/03/2021

O povo de Israel vivia tempos difíceis. O Senhor, então, falou através do profeta Ezequiel sinalizando para as injustiças que se cometiam contra o povo. As autoridades matavam as pessoas e tomavam suas propriedades, deixando muitas mulheres viúvas. Os sacerdotes descumpriam a Lei de Deus e, usando as palavras do próprio Deus, eles “não faziam a diferença entre o que é santo e o que não é”. Deus, então, faz uma constatação. Ele disse assim:

“Procurei entre eles um homem que erguesse o muro e se pusesse na brecha diante de mim e em favor desta terra, para que eu não a destruísse, mas não encontrei nenhum” (Ezequiel 22:30)

A cidade de Jerusalém era cercada por muralhas. Quando os inimigos atacavam, havia necessidade de reforçar a segurança nos pontos fracos dela. Deus usa essa imagem para dizer que estava vindo para destruir a cidade por causa dos pecados ali cometidos e não achou ninguém que se colocasse na brecha diante dele e o povo. Ou seja, não havia intercessores que se apresentassem em favor do povo.


Nós, cristãos, podemos tirar uma lição desse texto: devemos ser os intercessores diante de Deus pelo povo que sofre com esta pandemia. Como igreja, podemos desenvolver várias ações para ajudar as pessoas, como muitas instituições filantrópicas estão fazendo. No entanto, como igreja de Jesus, não podemos falhar na missão de interceder pela humanidade nestes tempos de pandemia. Que você seja aquele que vai se colocar na brecha do muro em favor dos habitantes do nosso planeta.

 
 

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 11/03/2021

O evangelista Mateus descreve assim o ministério de Jesus: “Jesus ia passando por todas as cidades e povoados, ensinando nas sinagogas, pregando as boas-novas do Reino e curando todas as enfermidades e doenças. Ao ver as multidões, teve compaixão delas, porque estavam aflitas e desamparadas, como ovelhas sem pastor” (Mateus 9:35-36).


O texto bíblico no ensina que Jesus olhava para as multidões com compaixão. A palavra compaixão transmite a ideia de um sentimento de simpatia pela dor do outro e o desejo de ajudar. Nos dias de Jesus, a medicina não era tão desenvolvida e havia muitas doenças que traziam muito sofrimento. Por isso, Jesus que veio buscar a salvar o homem perdido, também, curava todas as enfermidades e doenças das pessoas que vinham ou eram levadas até Ele.


A Bíblia ensina que Jesus é o mesmo ontem, hoje e eternamente. Ele não muda. Ele ama, age com justiça, compaixão, misericórdia e graça.


Sendo assim, nestes dias em que a medicina encontra seus limites diante deste vírus e, também, diante das limitações das estruturas hospitalares para atender a todos, em que vemos o sistema de saúde em colapso, o recurso que muitas famílias e doentes têm é pedir que Jesus olhe, também, com compaixão para os doentes de hoje e atue, seja abrindo vagas nos leitos hospitalares, seja usando os médicos com as habilidades que receberam para tratar os doentes. Ou seja, vamos pedir ao próprio Jesus que realize milagres no corpo dos doentes e traga a cura.


A preocupação primeira de Jesus é cura da alma, oferecendo o perdão dos pecados, através do seu sacrifício na cruz e, consequentemente, a vida eterna com Deus. Mas, diante deste colapso do sistema de saúde e, mesmo, as limitações da medicina, vamos nos unir aos doentes e suas famílias em oração e pedir a Deus que olhe com compaixão e traga a cura aos doentes.

 
 

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 10/03/2021

Jesus estava no Jardim do Getsêmani, pouco antes de sua prisão que culminou na crucificação e, como o evangelista Mateus narra, virou-se para os seus discípulos e disse: “Sentem-se aqui enquanto vou ali orar”. Disse-lhes então: “A minha alma está profundamente triste, numa tristeza mortal. Fiquem aqui e vigiem comigo” (Mateus 26:36,38). Então, foi mais adiante e orou assim: “Indo um pouco mais adiante, prostrou-se com o rosto em terra e orou: “Meu Pai, se for possível, afasta de mim este cálice; contudo, não seja como eu quero, mas sim como tu queres” (v. 39).


Em seguida, voltou e encontrou seus amigos dormindo, conversou com eles e voltou a orar novamente. O evangelista Mateus diz que orou pela segunda vez assim: “Meu Pai, se não for possível afastar de mim este cálice sem que eu o beba, faça-se a tua vontade” (v. 42).


Aqui temos uma lição sobre oração. Jesus estava em momentos de profunda tristeza e dedicou um tempo para orar a Deus. Mas aprendemos algo mais. Muitas vezes nós oramos como se estivéssemos dando ordens a Deus, assumindo o lugar dEle no comando do mundo. Eu confesso que não quero estar no lugar de Deus para tomar decisões, pois não tenho todas as informações que Ele tem. Mas Ele disse que devemos orar e pedir, mas pedir como Jesus fez: “contudo, não seja como eu quero, mas sim como tu queres... faça-se a tua vontade”. Não sei quantos de nós, em determinadas situações, temos maturidade espiritual para dizer a Deus: “contundo não seja feita como eu quero, mas como Tu queres”. Um dos fatores que nos ajudam a orar assim é saber que Deus está no controle de tudo, que pertencemos a Ele e que Ele quer o melhor para nós. Portanto, peça a Deus, confie que Ele quer o melhor para você e que seja feita a vontade dEle.

 
 
bottom of page