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Atualizado: 2 de mai. de 2021

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 26/04/2021

Estamos iniciando mais uma semana e que sintamos o poder do nosso Deus agindo em nosso favor e da humanidade.

O profeta Isaías fez uma oração intercedendo pelo povo e, em determinado momento, ele diz assim:

“Porque desde que o mundo é mundo, ninguém ouviu, nenhum ouvido percebeu e olho nenhum viu um Deus como o nosso, que trabalha para aqueles que nele confiam” (Isaías 64:4 – NBV-P).

Que maravilha termos esta consciência de que nosso Deus trabalha em nosso favor. Então, inicie esta semana sabendo que você não está sozinho, que, enquanto você está fazendo sua parte, Deus está fazendo a dEle, trabalhando por você. Lembre-se, também, que Deus é o Criador de todas as coisas, que sustenta todas as coisas e que tem o controle de todas as coisas. Não se esqueça que ele é o seu Deus, que o trata como filho, e é um Pai protetor e provedor para você.

Agora, você precisa confiar nele, pois, como frisou o profeta Isaías, “trabalha para aqueles que nele confiam”. Se você não confiar nele, vai agir sem consultá-lo, vai tomar decisões que ele não tomaria, vai agir de forma que ele não agiria.

O autor de Hebreus traz este alerta: “Sem fé é impossível agradar a Deus, pois quem dele se aproxima precisa crer que ele existe e que recompensa aqueles que o buscam” (Hebreus 11:6).

Então, só em saber que Deus trabalha por você e que vai recompensá-lo por acreditar e buscar a sua ajuda, já é uma grande bênção. Boa semana!


 
 
  • Foto do escritor: Ibbn
    Ibbn
  • 24 de abr. de 2021

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 24/04/2021

A adoração coletiva é uma marca do povo de Deus, tanto no Antigo como no Novo Testamento. Quando foi organizada a adoração a Deus no deserto, construiu-se uma tenda, o Tabernáculo, conhecido, também, como a Tenda da Reunião, pois ali o povo se reunia para resolver suas questões administrativas, bem como para juntos adorarem a Deus. Nestas reuniões, o povo conhecia um pouco mais sobre Deus, portanto glorificavam-no, mas também eram confrontados com seus pecados.


No Novo Testamento, vemos a ênfase na igreja local, com foco em suas reuniões onde estudavam as Escrituras, oravam, celebravam a Ceia, adoravam a Deus e tomavam suas decisões enquanto comunidade. Tanto no Antigo como no Novo Testamento, estas reuniões ou assembleias levavam ao crescimento espiritual coletivo. Somos chamados à comunhão individual com Deus, mas que vai refletir na adoração coletiva, entre outras coisas.


O apóstolo Paulo refere-se à igreja como família de Deus:

“Portanto, vocês já não são estranhos e forasteiros, mas concidadãos do povo santo e membros da família de Deus” (Efésios 2:19).

Do mesmo modo, fala da igreja como sendo Corpo de Cristo:

“Pois bem, vocês são o corpo de Cristo, e cada um é uma parte desse corpo” (1Coríntios 12:27).
“Porque, assim como em um só corpo temos muitas partes, e todas elas têm funções diferentes, assim também nós, embora sejamos muitos, somos um só corpo por estarmos unidos com Cristo. E todos estamos unidos uns com os outros como partes diferentes de um só corpo” (Romanos 12:4-5).

Então, sozinhos não somos igreja. Igreja é a coletividade que se reúne como família de Deus e Corpo de Cristo para adorá-lo e servi-lo, servindo ao próximo com seus dons e talentos.


Precisamos olhar para as igrejas nestes tempos de pandemia como se estivéssemos em tempos de exceção e não de normalidade. Muitas vezes os cultos são virtuais, ou seja, os membros da igreja estão distantes uns dos outros e assistem aos cultos pelas mídias sociais. Os membros das igrejas estão em casa assistindo aos cultos e não usam os seus dons espirituais e talentos para abençoar outros irmãos e glorificar a Deus. Portanto, não faça da exceção em que estamos vivendo algo normal.

 
 

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 23/04/2021

Vivemos tempos de exceção provocados por esta pandemia. Muitas atividades que faziam parte de nossa rotina de vida foram interrompidas em virtude dos decretos com medidas restritivas visando conter a disseminação da COVID-19. Entre essas medidas está a proibição das atividades religiosas nos templos. Não vejo isso como perseguição religiosa, mas sim como proteção à vida. Até porque não foram apenas as atividades religiosas que sofreram restrições e, vemos, também, que quando os indicadores do sistema de saúde melhoram, as atividades nos templos voltam a ser permitidas, desde que cumpridas as medidas de segurança sanitária.


Nós devemos seguir as orientações legais. Quando mandam suspender as atividades nos templos, devemos cumprir e aproveitar quando elas são permitidas, seguindo os protocolos de segurança sanitária.


Para mim, o grande perigo está em os membros acharem que uma igreja não precisa se reunir presencialmente e que bastam os cultos virtuais. Os cultos virtuais são uma bênção nestes dias, mas limitam a participação dos membros das igrejas no uso dos seus dons espirituais, permitindo que apenas alguns privilegiados possam usar seus dons e habilidades para servir ao Senhor e abençoar outras vidas.


O fundamento bíblico para a igreja é exatamente o ajuntamento. Pessoas salvas e batizadas que se reúnem para cultuar a Deus e servir uns aos outros com seus dons e talentos. Vejam como se comportaram os primeiros cristãos assim que Jesus voltou aos céus. São atitudes que percorrem a história da igreja cristã e permanecem até os dias de hoje. Lucas descreve a igreja assim:

“Os que aceitaram a mensagem foram batizados, e naquele dia houve um acréscimo de cerca de três mil pessoas. Eles se dedicavam ao ensino dos apóstolos e à comunhão, ao partir do pão e às orações. Todos estavam cheios de temor, e muitas maravilhas e sinais eram feitos pelos apóstolos. Os que criam mantinham-se unidos e tinham tudo em comum. Vendendo suas propriedades e bens, distribuíam a cada um conforme a sua necessidade. Todos os dias, continuavam a reunir-se no pátio do templo. Partiam o pão em casa e juntos participavam das refeições, com alegria e sinceridade de coração, louvando a Deus e tendo a simpatia de todo o povo. E o Senhor lhes acrescentava diariamente os que iam sendo salvos” (Atos 2:41-47).

Portanto, não vamos deixar que as medidas de exceção, necessárias em alguns períodos da pandemia, mas que impedem o ajuntamento dos salvos em Jesus Cristo, se tornem um padrão aceito por muitos membros das igrejas, achando que não há necessidade dos cristãos se reunirem nos templos para adorarem a Deus e servirem uns aos outros com seus dons e talentos.

 
 
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