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  • 29 de abr. de 2021

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 29/04/2021

O apóstolo Paulo, entre as muitas orientações e recomendações que faz ao seu discípulo Timóteo, e que, de uma forma geral são para nós também, tem uma que me chama a atenção por mostrar que a fé cristã se constrói numa relação intencional e intensa entre a pessoa e Deus. Veja a recomendação que ele faz:

“Rejeite, porém, as fábulas profanas e tolas e exercite-se na piedade. O exercício físico é de pouco proveito; a piedade, porém, para tudo é proveitosa, porque tem promessa da vida presente e da futura” (1 Timóteo 4:7-8 - NVI)

A Bíblia Viva, traduz assim este texto:

“Não desperdice o tempo discutindo ideias tolas nem mitos e lendas absurdas. Gaste seu tempo e sua energia na prática de conservar-se espiritualmente apto. O exercício físico é bom, porém o exercício espiritual é muito mais proveitoso. Portanto, exercite-se espiritualmente porque isso o ajudará, não só agora, nesta vida, mas também na vida futura” (1 Timóteo 4:7-8 – NBV - P).

O desenvolvimento e a saúde espiritual, segundo Paulo, são como o exercício físico que é importante para a saúde do corpo e que precisa ser feito repetida e constantemente. Paulo enfatiza a importância do exercício espiritual, que envolve nosso relacionamento com Deus. Este relacionamento requer de nós, estes exercícios espirituais: um tem tempo para oração, em que falamos com Deus; um tempo para ler e estudar a Bíblia, que é a Palavra de Deus em Ele fala conosco, e é quando aprendemos que Ele nos deu as virtudes espirituais que devemos buscar e os dons espirituais que precisamos praticar. Estes são alguns dos exercícios espirituais que dependem de nossa vontade e disposição para praticar. Então, como recomenda o apostolo Paulo: “exercite-se espiritualmente porque isso o ajudará, não só agora, nesta vida, mas também na vida futura”.

 
 
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  • 28 de abr. de 2021

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 28/04/2021

Após a ressurreição, Jesus apareceu várias vezes, num período de 40 dias, aos seus discípulos. Uma delas foi no próprio domingo em que ressuscitou, no final do dia. Dois discípulos estavam retornando para a sua vila, perto de Jerusalém e conversavam sobre os últimos acontecimentos, ou seja, a prisão, julgamento e crucificação de Jesus. O evangelista Lucas narra esta história no capítulo 24 do seu evangelho. Escreve assim:

“No caminho, conversavam a respeito de tudo o que havia acontecido. Enquanto conversavam e discutiam, o próprio Jesus se aproximou e começou a caminhar com eles; mas os olhos deles foram impedidos de reconhecê-lo. Ele lhes perguntou: “Sobre o que vocês estão discutindo enquanto caminham?” Eles pararam, com os rostos entristecidos” (Lucas 24:14-17 - NVI).

Um dos discípulos diz para Jesus: “Você é o único visitante em Jerusalém que não sabe das coisas que ali aconteceram nestes dias?”. E Jesus pergunta: “que coisas?”. E eles explicaram. Jesus, então, começa a falar e explica tudo o que as Escrituras ensinavam e que devia acontecer com o Cristo.


Os dois discípulos chegam à aldeia, já no final do dia, e convidam Jesus a passar a noite com eles. Jesus aceita e eles preparam uma refeição. Quando estavam à mesa, Jesus tomou o pão, deu graça, partiu-o e deu a eles. Neste momento, os seus olhos foram abertos e reconheceram que era Jesus e, em seguida, desapareceu da vista deles. Então, falaram um ao outro:

“... Não estava queimando o nosso coração enquanto ele nos falava no caminho e nos expunha as Escrituras?” (v.32).

Meu desejo é que, em nossos momentos de leitura da Bíblia, quando Deus fala conosco, e na oração, quando falamos com Deus, possamos sentir o que aqueles discípulos sentiram, o coração queimando com a presença de Jesus.

 
 
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  • 27 de abr. de 2021

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 27/04/2021

Os encontros de Jesus com as pessoas, conforme narrados nos evangelhos, sempre trazem lições para nós. Gosto muito do encontro de Jesus com um pai que trouxe o seu filho para ser curado, pois tinha uma doença desde pequeno. Ele já havia pedido aos discípulos de Jesus que o ajudassem e eles não conseguiram. O pai virou-se para Jesus e disse: “Mas, se o senhor pode, então nos ajude. Tenha pena de nós” (Marcos 9.22). O pai fez o pedido não tendo certeza de que poderia ser atendido. A resposta de Jesus foi um puxão de orelha pela dúvida demonstrada e a necessidade da fé: “Se eu posso? Tudo é possível para quem tem fé” (v. 23). Jesus poderia ajudar, mas ele precisava ter fé. O pai, então, declarou sua fé e fez uma oração diferente. Ele disse assim: “Eu tenho fé! Ajude-me a ter mais fé ainda!” (v. 24).


Vimos que o pai tinha fé, mesmo pequena, tanto é que pediu ajuda a Jesus. Mas fez um pedido muito especial: que Jesus o ajudasse a ter mais fé. Foi um pedido, mas também uma confissão de fraqueza. Jesus ouviu e atendeu ao pedido do pai curando o menino.

Hoje, precisamos muito de Deus para nos ajudar a vencer tantos problemas causados por esta pandemia. Mesmo com a pequena fé que temos, podemos ir até Ele e colocar nossas necessidades, devemos, em humildade, confessar nossas fraquezas, pois ele já nos conhece, mas quer ouvir de nós o reconhecimento delas.


Então, peça ajuda a Deus, pois isso já é um ato de fé, mínimo que seja, e Ele ouvirá seu clamor.

 
 
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