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Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 13/05/2021

Nestes tempos de pandemia, causada pelo novo coronavírus, vemos muito sofrimento. Pessoas sofrendo com a COVID-19, muitos morrendo e famílias em luto. Mas, também, sofrimentos causados pelo distanciamento entre familiares e amigos, perda de empregos, empresas sendo fechadas, faturamentos caindo, crianças deixando de frequentar as escolas, o lazer limitado, limitação em nosso direito e ir e vir e, ainda, fiéis com medo de ir aos seus lugares de cultos. Vemos, ainda, os governos tendo que tomar medidas impopulares, tentando impedir que o vírus contamine mais pessoas e a ciência trabalhando intensamente para superar seus limites. Em situação como esta, a tendência das pessoas é buscar a ajuda de Deus.


O grande perigo são os caminhos que são apresentados para chegar a Deus. Jesus disse:

“Respondeu Jesus: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim” (João 14:6).

Ele não é só único caminho para chegarmos a Deus, mas, também, a verdade, ou seja, o que Ele ensina sobre Deus e as pessoas. Ele é, ainda, a vida, aquele que traz a vida espiritual aos homens e a ressurreição após a morte física, a vida eterna com Deus.


Não podemos esquecer que Jesus foi o único que Deus enviou ao mundo, como diz as Escrituras:

“Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito , para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. Pois Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para condenar o mundo, mas para que este fosse salvo por meio dele. Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado, por não crer no nome do Filho Unigênito de Deus” (João 3:16-18).

Então, quando suas forças se esgotarem, busque a Jesus, pois Ele é Deus que veio morrer por nós e quer e pode nos ajudar, pois, além de tudo, ele é o nosso criador.

 
 

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 12/05/2021

Vivemos na expectativa da cessação desta pandemia e podermos viver dias melhores. Creio que a pandemia vai passar. A Bíblia fala de dias melhores, mas não de um mundo melhor aqui. Vou ler um texto bíblico que nos fala sobre essa esperança, não da esperança que estamos vendo surgir com a aplicação das vacinas e o término da pandemia, mas do novo céu e da nova terra. Veja como o apóstolo Paulo descreve:

“Eu penso que o que sofremos durante a nossa vida não pode ser comparado, de modo nenhum, com a glória que nos será revelada no futuro. O Universo todo espera com muita impaciência o momento em que Deus vai revelar o que os seus filhos realmente são. Pois o Universo se tornou inútil, não pela sua própria vontade, mas porque Deus quis que fosse assim. Porém existe esta esperança: Um dia o próprio Universo ficará livre do poder destruidor que o mantém escravo e tomará parte na gloriosa liberdade dos filhos de Deus. Pois sabemos que até agora o Universo todo geme e sofre como uma mulher que está em trabalho de parto. E não somente o Universo, mas nós, que temos o Espírito Santo como o primeiro presente que recebemos de Deus, nós também gememos dentro de nós mesmos enquanto esperamos que Deus faça com que sejamos seus filhos e nos liberte completamente. Pois foi por meio da esperança que fomos salvos. Mas, se já estamos vendo aquilo que esperamos, então isso não é mais uma esperança. Pois quem é que fica esperando por alguma coisa que está vendo? Porém, se estamos esperando alguma coisa que ainda não podemos ver, então esperamos com paciência”. (Romanos 8:18-25).

Conforme disse o apóstolo Paulo, o mundo geme, nós gememos e o Espírito que habita em nós também geme em virtude das dores provenientes deste mundo contaminado pelo pecado. Mas Deus um dia fará um novo céu e uma nova terra onde as doenças, a dor, as lágrimas e tristezas não existirão mais. Jesus veio nos preparar para viver lá. Que você tenha a esperança de ser cidadão desta nova terra. Enquanto isto não acontece, vamos fazer nossa parte para melhorar este mundo.

 
 
  • Foto do escritor: Ibbn
    Ibbn
  • 11 de mai. de 2021

Por Pr. Carlos Henrique - Mensagens Diárias de 11/05/2021

Quando Jesus encarnou aqui, grande parte do mudo vivia sob a chamada Pax Romana. Esta paz era uma acordo entre o Império Romanos e as nações dominadas. Após a derrota em uma guerra, as nações concordavam em se submeter ao Imperador, pagando altos impostos e, por sua vez, o império os protegeria. Se não concordassem, seriam torturados e até mesmo mortos. Assim, o Império Romano ofereceu um tempo de paz entre as nações. Foi nesse contexto que Jesus disse:

“Deixo a paz a vocês; a minha paz dou a vocês. Não a dou como o mundo a dá. Não se perturbe o seu coração, nem tenham medo” (João 14:27).

Em contraste a esta paz romana, a paz que Jesus oferece se originou em uma batalha, mas quem lutou por nós foi Jesus na cruz, cumprindo a penalidade por nossos pecados, nos reconciliando com Deus, o Criador e Sustentador. Esta paz não nos é imposta, mas oferecida. Jesus não nos impõe aceitá-la, mas nos conquista com seu amor, com sua misericórdia, bondade e graça. Ele não subtrai nossa liberdade, nos oferece uma opção melhor. Ele não a mantém com a força de um exército, mas com o Espírito Santo atuando em nós, com a nossa concordância, nos aconselhando, nos confortando e advogando em nosso favor.

A paz de Jesus começa com a nossa reconciliação com Deus e ajuda na reconciliação conosco mesmo, tirando de nós o peso do pecado e do castigo, trazendo a paz de espírito. A paz de Jesus não é ausência de conflitos, mas a certeza de que Deus está lutando as nossas batalhas e nos dando forças para viver, foças para vencer. Que você possa aceitar e ter a paz de Cristo em sua vida.


 
 
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